sexta-feira, 2 de outubro de 2015

DIGA BASTA! Vote PCTP/MRPP!

No dia 4 de Outubro não deixe que outros decidam por si nem permita que os traidores continuem a destruir o nosso belo país!

 Não pagamos uma dívida que não é nossa!
Fora o euro!
Queremos o escudo novo!
Emprego, desenvolvimento económico, igualdade social, independência nacional!

DIGA BASTA! Vote PCTP/MRPP!

Portugal pode e deve ser um país livre e desenvolvido.

Portugal pode e deve ser um país livre e desenvolvido.

Portugal tem perfeitas condições para ser um País progressivo e desenvolvido, em que dê gosto viver e trabalhar e em que haja futuro para os nossos filhos e os nossos netos. Mas para isso impõe- se correr com os traidores que nos desgovernam e impor um rumo totalmente novo para o País.
Quebrando com as amarras, os confiscos e as quotas da Europa alemã, o nosso país terá pescas e produção agrícola suficientes para alimentar todo o seu Povo.

No dia 4 de Outubro não deixe que outros decidam por si nem permita que os traidores continuem a destruir o nosso belo país!

DIGA BASTA!
Vote PCTP/MRPP!

Não pagamos uma dívida que não é nossa!
Fora o euro!
Queremos o escudo novo!
Emprego, desenvolvimento económico, igualdade social, independência nacional!



O EURO Transformou Portugal numa colónia da Alemanha.


Com o euro – que não passa do marco alemão disfarçado de moeda “europeia” e que é demasiado forte para uma economia como a nossa, tornando muito difícil exportar o pouco que produzimos e mais fácil importar do que produzir cá – agravámos ainda mais essa situação de dependência e de endividamento. Mas sobretudo perdemos de todo a nossa independência, pois Portugal passou a não poder tomar nenhuma medida de natureza económica, financeira, monetária fiscal ou orçamental sem a prévia autorização de Bruxelas e de Berlim.
O euro é assim um garrote da Europa alemã que nos priva da nossa soberania e da nossa independência nacional e de que temos de nos libertar criando a nossa própria moeda, o Escudo Novo! Fora o euro!


Devemos tomar conta dos bancos, nacionalizando-os, pois até aqui temos estado a apagar-lhes as dívidas apenas para eles serem de novo entregues aos capitalistas privados que os afundaram. O Escudo Novo deve estar criado e preparado para entrar em circulação no exacto momento da saída do euro, de início com uma paridade de 1 escudo = 1 euro e operando depois uma desvalorização (provavelmente de 30%) que torne não só os produtos que exportamos mais baratos e mais competitivos lá fora como também mais vantajoso produzir cá dentro grande parte do que actualmente importamos.
E as chamadas “políticas de austeridade”, destinadas a pôr os trabalhadores portugueses a trabalharem para a Alemanha, consistirão, sempre, no corte de salários e das pensões e no aumento dos impostos sobre quem trabalha ou já trabalhou uma vida inteira, passando directamente dos seus bolsos para os dos capitalistas e credores estrangeiros 6 mil milhões de euros ano – um roubo e um saque nunca vistos!

No dia 4 de Outubro não deixe que outros decidam por si nem permita que os traidores continuem a destruir o nosso belo país! DIGA BASTA!Vote PCTP/MRPP! Não pagamos uma dívida que não é nossa!Fora o euro!Queremos o escudo novo!Emprego, desenvolvimento económico, igualdade social, independência nacional!


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Medidas urgentes : Justiça e Escola

Medidas urgentes
Justiça:


Gratuitidade do acesso dos trabalhadores à Justiça, em particular do trabalho, e profunda reforma dos Tribunais e da Inspecção do Trabalho de modo a assegurar o respeito escrupuloso dos direitos dos trabalhadores.
Escola:

Escola Pública gratuita para os filhos dos trabalhadores em todos os graus de ensino e isenção do IVA para livros e materiais escolares.

No dia 4 de Outubro não deixe que outros decidam por si nem permita que os traidores continuem a destruir o nosso belo país!

DIGA BASTA!
Vote PCTP/MRPP!

Fora o euro!
Não pagamos uma dívida que não é nossa!
Queremos o escudo novo!
Emprego, desenvolvimento económico, igualdade social, independência nacional!



quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Medidas Urgentes - Saúde.




Medidas urgentes

Saúde:

Recuperação e reorganização do Serviço Nacional de Saúde gratuito e universal, desde logo com a revogação de todas as taxas moderadoras.

No dia 4 de Outubro não deixe que outros decidam por si nem permita que os traidores continuem a destruir o nosso belo país!

DIGA BASTA!
Vote PCTP/MRPP!

Fora o euro!
Não pagamos uma dívida que não é nossa!
Queremos o escudo novo!
Emprego, desenvolvimento económico, igualdade social, independência nacional!




Campanha em Castelo Branco - David Falcão e Garcia Pereira


Jornada de 25 de Setembro , em Castelo Branco, reportagem da Rádio Cova da Beira

 VER AQUI !


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

David Falcão e Garcia Pereira em campanha no distrito de Castelo Branco


Campanha no distrito de Castelo Branco.


Vê, ouve, comenta e divulga !



A Dívida.

Não pagamos uma dívida que não é nossa!

A dívida – que tanto o PSD e CDS, como até o PS o BE e o PCP querem que seja o povo português a pagar, mas nunca dizendo comoatinge actualmente a astronómica quantia de mais de 225 mil milhões de euros e vence juros enormes em cada ano,0s quais são, em 2015, de 7,5 milhões de euros, para o próximo ano de 9 mil milhões de euros e chegarão, em 2020, a 17,5 mil milhões (10% do produto interno bruto desse ano…)! Trata-se de uma dívida verdadeiramente impagável e que resulta de se ter transformado em públicas as dívidas dos bancos privados e os resultados das suas trafulhices financeiras. O Povo Português deve repudiar essa dívida pois não foi ele que a contraiu nem foi contraída em seu benefício!

                No dia 4 de Outubro não deixe que outros decidam por si nem permita que os traidores continuem a destruir o nosso belo país!

DIGA BASTA!
Vote PCTP/MRPP!

Não pagamos uma dívida que não é nossa!
Fora o euro!
Queremos o escudo novo!
Emprego, desenvolvimento económico, igualdade social, independência nacional!



domingo, 27 de setembro de 2015

Medidas urgentes - Pescas!


Medidas urgentes
Pescas
Desenvolvimento económico/independência nacional

Suspensão imediata da aplicação de todos os regulamentos de pesca da União Europeia relativamente às águas da zona económica exclusiva portuguesa e abolição das quotas da captura de peixes, designadamente a sardinha, pelas embarcações portuguesas.

 No dia 4 de Outubro não deixe que outros decidam por si nem permita que os traidores continuem a destruir o nosso belo país!

DIGA BASTA!
Vote PCTP/MRPP!

Fora o euro!
Queremos o escudo novo!
Emprego, desenvolvimento económico, igualdade social, independência nacional!




sábado, 26 de setembro de 2015

Os tabus desta farsa de campanha: O euro, a dívida e o tratado orçamental.

Os tabus desta farsa de campanha: O euro, a dívida e o tratado orçamental.

Estas eleições são uma farsa e uma fraude!
Desde logo porque, de acordo com a lei que eles próprios aprovaram, só têm direito a falar nesta campanha e a apresentar as suas ideias e projectos os partidos que já hoje estão no parlamento, ou seja, precisamente os responsáveis pelo actual estado de coisas!
Mas sobretudo porque os problemas que verdadeiramente afectam o Povo Português, e que deveriam estar a ser ampla e democraticamente discutidos nesta campanha eleitoral, são estes: devemos ou não sair do euro, que nos estrangulou e estrangula por completo? Devemos ou não pagar uma dívida que não é nossa, mas sim dos bancos, e que nos esfola até ao último cêntimo? E como resgatar a nossa soberania e ter um plano de desenvolvimento económico autónomo sem rejeitar o Tratado Orçamental que impõe um limite do défice estrutural inferior a 0,5%, mas apenas para os países mais fracos?
Porém, a verdade é que tais problemas foram transformados nos temas tabus da campanha, dos quais quer o PSD e o CDS de Coelho e Portas, quer o PS de Costa, não querem de todo que se fale, pois o que pretendem é sacar o voto aos eleitores e, na própria noite das eleições, começar logo a dizer que devemos continuar sob o jugo da Europa Alemã e que temos é de nos sujeitar a mais cortes nos salários e pensões e a mais impostos para pagar aquela dívida impagável.

FORA O EURO!
QUEREMOS O ESCUDO NOVO!
GOVERNO DE UNIDADE DEMOCRÁTICA E PATRIÓTICA!
DIZ BASTA!

VOTA PCTP/MRPP

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

24 de Setembro, em Castelo Branco, David Falcão e Garcia Pereira

David Falcão e Garcia Pereira

  DIA 24 DE SETEMBRO
Quinta-feira 
Candidatura de 
Castelo Branco

 com a participação
do 1.º candidato -
David Falcão
e de Garcia Pereira
11H30 – Universidade da Beira Interior (UBI)
Recepção da Candidatura pelo Reitor da Universidade da Beira Interior - Professor Doutor António Carreto Fidalgo seguida de visita às instalações da UBI e contacto com os estudantes no pólo 1
12H30 – Encontro com órgãos da comunicação social 
no átrio da entrada principal da UBI
 14H30 - Visita às Minas da Panasqueira
17h00 - Zona Central de Castelo Branco
 
Acção de agitação e propaganda na rua 1º de Maio e no Campo dos Mártires da Pátria (docas)
18h00 - Encontro com os órgãos da comunicação social
na zona das Docas 






domingo, 20 de setembro de 2015

Hospital da Guarda sem ressonância há dois anos.

Hospital da Guarda sem ressonância há dois anos.
Segundo notícia do JN de 20 de Setembro – Ver aqui!
É esta a política de saúde dos governos traidores ao serviço dos interesses germanófilos: Poupar na saúde, deixar morrer por falta de diagnóstico e cortar nos salários e reformas dos trabalhadores para pagar juros de uma dívida impagável que foi contraída para salvar a banca.
“ 395 mil pessoas sem acesso.
Toda a região da Beira interior tem cerca de 395 mil habitantes – 170 mil no distrito da Guarda e 225 mil no distrito de Castelo Branco – que é o total de pessoas que estão sem acesso ao aparelho de ressonância magnética há dois anos.”
Na verdade se os governos não tratam da saúde ao povo, se o sinistro Macedo se transformou em ministro morte, é chegada a hora do povo tratar da saúde a este governo e a todos os que se preparam para lhe seguir as pisadas.

Por um governo de unidade democrática e patriótica que defenda a saúde e independência dos portugueses vota PCTP/MRPP!

A importância do voto no PCTP/MRPP

Um vídeo imperdível!
Vê e divulga:

Dia 18 de Setembro, na Voz Operário, o PCTP/MRPP celebrou o seu 45º aniversário num Comício que também marcou o arranque da campanha eleitoral.
As centenas de pessoas presentes escutaram as entusiásticas e mobilizadoras intervenções da mesa, moderada pelo camarada Cândido Lameiras (candidato pela Europa), e composta pelos camaradas, Virgínia Valente (Mandatária Nacional para a Juventude e Primeira Candidata Independente pelo Porto), Professor J. Pinto da Costa (Mandatário Nacional e Candidato Independente por Lisboa), Fernanda Calaça (Primeira Candidata pela Madeira), Pedro Pacheco (Primeiro Candidato pelos Açores), José Machado (Primeiro Candidato por Braga) e Garcia Pereira (Primeiro Candidato por Lisboa).
Foi um comício vibrante, emotivo e mobilizador, para a continuação da luta que agora mais que nunca tem que ser levada a cabo por todos os democratas e patriotas.
Nas intervenções foram abordados os temas considerados tabu para todos os outros partidos, e para a imprensa burguesa ao serviço do capitalismo, nomeadamente, a necessária e urgente saída do nosso País do euro, que é um garrote ao Povo Português, e criação do Escudo Novo, bem como o não pagamento da dívida que todos reconhecem ser impagável e que coloca Portugal sob o jugo do imperialismo germânico.
O voto no PCTP/MRPP é a única garantia para que a independência nacional seja restaurada, correndo com os traidores à pátria que nos têm governado.


Reportagem do Luta Popular, sublinhados de Resistência.

domingo, 13 de setembro de 2015

18 de Setembro

EM LISBOA 
NÃO FALTES !

Candidatura de Viseu


Candidatura do PCTP/MRPP pelo distrito de Viseu.


 Homens e mulheres com experiência de luta na defesa dos trabalhadores e do povo. Não têm milhões de euros para a campanha, não têm deputados, nem funcionários camarários, nem as televisões e as rádios ao seu serviço, mas têm uma História de vida na defesa do povo e dos trabalhadores em geral. Têm a cara lavada e a consciência tranquila de quem quer, pode e deve defender a política que melhor serve o seu país e o seu povo. Se os conhece, pergunte-lhes como pode ajudar na campanha, discuta com eles a ideias que apresentam. Seja também uma voz insurgente, uma voz da razão para que os trabalhadores, o povo e os democráticas e patriotas sem imponham nesta campanha defendendo as verdadeiras alternativas:

SAIR DO EURO; Não ao pagamento da Dívida;
Por um Governo de Unidade Democrática e Patriótica!

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Sobre o debate fascista e mistificatório.

O debate fascista e mistificatório e o que de importante não se discutiu : O euro, a Europa; a dívida, o justicialismo de direita…

 Para ver, ouvir, reflectir e divulgar !

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

SAIR DO EURO !


SAIR DO EURO!
Este é o problema central, é isto que tem de ser discutido no próximo acto eleitoral. Sabemos que os ditos “principais partidos”, sobretudo, os do arco da governação fogem desta discussão. Quem está na política para servir o povo e o país tem de colocar a saída do euro “em cima da mesa”, sem medo, sem rodeios, sem nada a esconder, os trabalhadores e o povo têm de saber o que os espera com esta medida. Na verdade, a tomada de uma posição destas não é fácil, mas é a única que a curto médio prazo nos poderá libertar e restituir a dignidade e a qualidade de vida.
No pequeno vídeo que vos deixamos,

Arnaldo Matos, numa conferência realizada a 16 de Junho de 2012, no Porto, expõe e defende de forma muito clara e imbatível a única alternativa que se coloca aos trabalhadores portugueses e democratas de não pagamento da dívida e da saída do euro, desenvolvendo a este propósito as medidas que um governo democrático patriótico deverá tomar no momento em que decidir a saída do euro, meio indispensável para o povo português reconquistar a sua liberdade.
video

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

02 de Setembro - TVI 24

02/Setembro- 21h TVI24


Garcia Pereira, 1º Candidato do PCTP/MRPP por Lisboa, hoje, 4ª feira, 02 de Setembro, a partir das 21 horas, no Programa 21ª hora da TVI24, para ser entrevistado.
Antes disso, perto das 21 horas, passará pelo final do noticiário da TVI.

Veja e divulgue!

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Quem é quem ?! Lista da Guarda.


Candidatos pela Guarda :

O povo da Guarda deve apoiar estes homens e mulheres. É com o apoio dos trabalhadores, dos democratas e patriotas e do povo do distrito em geral que eles contam.
Os candidatos do PCTP/MRPP não têm as televisões, nem a restante comunicação ao seu serviço. São silenciados porque defendem (sempre defenderam) as ideias que interessam ao povo e ao país.
Ajudem-nos a desmascarar os oportunistas e vendidos que desertificaram o interior, hipotecaram o futuro das gentes da beira e transformaram o país num protectorado alemão.
Contem com eles, eles contam convosco.
É preciso mudar o parlamento para mudar o país.

SAIR DO EURO!
Não ao pagamento da Dívida!
Por um Governo de Unidade Democrática e Patriótica!

 CLICAR AQUI !

Texto da responsabilidade de" RESISTÊNCIA."

sábado, 29 de agosto de 2015

Quem é quem !


CANDIDATOS por Castelo Branco :


De cara lavada, os candidatos do PCTP/MRPP pelo círculo eleitoral de Castelo Branco apresentam-se ao povo.
 Em defesa de ideias, contra os que sempre se preocuparam com o tacho e os lugares e eternizando-se nas assembleias, nas câmaras e no poder nacional têm levado Portugal à ruína.
Em defesa do povo trabalhador de Castelo Branco e do país. Sabem que o que defendem não é fácil. Apelam à inteligência e à consciência dos eleitores. Apelam à rejeição das políticas caducas de submissão e conformismo.
Vais apoiar este partido, estes homens e mulheres ou preferes continuar dar o teu voto a quem te rouba todos os dias, destrói o teu emprego, o teu distrito, o teu país, o teu futuro e o dos teus filhos e netos?
A alternativa existe. A escolha é tua. E, como diz o povo: “Não guardes para amanhã o que podes fazer hoje.” Apoia, desde já, os candidatos do PCTP/MRPP e a sua política e não te arrependerás!

SAIR DO EURO!
Não ao pagamento da Dívida!
Por um Governo de Unidade Democrática e Patriótica!
Texto da responsabilidade de “ RESISTÊNCIA”.


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O Mercado de Trabalho e a Economia Portuguesa.



 Procuram-se Soluções.
Nos dias que correm e, ante um falacioso período pós-Troika pois, esta não nos abandonou, nem tão cedo o fará, Portugal é um país na ruína. Centrando-nos no mercado de trabalho apraz dizer que as taxas de desemprego são assustadoras (mais de um milhão de desempregados número encapuçado pelas falsas e manipuladas estatísticas), os salários e pensões miseráveis, os vínculos flexíveis e precários e as jornadas laborais eternas tendo em conta artifícios como o banco de horas e a drástica redução do pagamento de trabalho suplementar que conduzem à escravização do trabalhador. Só no distrito de Castelo Branco o número de desempregados são cerca de 15.000 (acima de 16%), sendo que este número é bem maior uma vez que está adulterado pelos contratos de emprego-inserção e de formação profissional. Menos de 40% dos desempregados recebem subsídio de desemprego.
Dos três anos de implementação das medidas do Memorando de Entendimento resultou a destruição de mais de 400 mil postos de trabalho e a redução da população ativa face à necessidade de emigração inclusive, dados recentes do Eurostat indicam que Portugal, no corrente ano, perdeu 5% da população, face ao ano transato.
Não é necessário ser-se economista para se compreender que os indicadores de recuperação de uma economia são o consumo e as taxas de emprego. Não pode haver qualquer dúvida em afirmar-se que, se se continuar na senda da austeridade, será necessária pelo menos uma geração para que a economia portuguesa apresente sinais de real recuperação e não apenas daquela falsa e demagógica recuperação que apenas tem um propósito: a caça ao voto.
Portugal não produz e importa mais de 80% do que consome, os portugueses cada vez têm menos poder de compra. As questões às quais se tem de dar uma rápida resposta são: Como se recupera a economia de um país que não produz? Como se incentiva o consumo?
Quanto à primeira questão, parece que a solução passará, em primeiro lugar, pelo regresso sustentado à agricultura que a UE destruiu em troca de “fundos” para abandonar os campos; em segundo, pelo aproveitamento do melhor recurso que temos ao nosso alcance: O mar, “enxotando” as ideologias imperialistas de criação do Mar Europeu reerguendo a nossa frota piscatória; por fim, acabar de vez com a delapidação do património público através das privatizações que apenas acarretam a perda de capacidade de intervenção do Estado na economia.
Quanto à segunda questão, não se incentiva o consumo com cargas fiscais incomportáveis e cortes salariais sobre salários já por si miseráveis mas precisamente com políticas inversas de redução de impostos e de aumentos salariais.
Perdemos o controlo da nossa moeda, perdemos a nossa soberania. Uma solução mais radical, a acrescer às descritas e, na qual eu acredito piamente, passará pela saída de Portugal do euro. Retrocesso? Muitos dirão que sim. Mas a verdade é que recuperamos o controlo da nossa moeda podendo desvalorizá-la e aumentar a competitividade e as exportações; podemos autofinanciar-nos recorrendo ao Banco de Portugal sem necessidade de contrair empréstimos junto do setor privado da banca o que conduz à contenção de dívida pública como consequência da não necessidade do pagamento de juros. Provável resultado: período de dificuldades durante a primeira fase de transição limitada temporalmente. No entanto, permanecer com a moeda única é seguir pactuando com a subserviência à dívida.
Em suma, deve permitir-se a retomada do crescimento português, sem esquecer que tal crescimento gera emprego, e que este mesmo crescimento recuou desde a adesão de Portugal ao euro. Trata-se, portanto, de romper um círculo de perversidade que apenas contribui para o aumento do endividamento.

David Falcão

Texto publicado no “Jornal do Fundão” de 20 de Agosto de 2015.
Os sublinhados e destaques são da responsabilidade de “ RESISTÊNCIA.”


sábado, 15 de agosto de 2015

PCTP/MRPP entregou lista de candidatos pelo círculo eleitoral de Castelo Branco.

Delegação da candidatura à porta do Tribunal de Castelo Branco
14 de Agosto de 2015


PCTP/MRPP entregou lista de candidatos pelo círculo eleitoral de Castelo Branco.
Uma delegação da candidatura do PCTP/MRPP no distrito de Castelo Branco composta por José Marrucho, Rui Infante e Paulo Delgado entregou ontem, dia 14 de Agosto, no tribunal  da capital de distrito o processo de candidatura às eleições legislativas de 4 de Outubro de 2015.  Foi ainda divulgada uma posição política que partilhamos nas linhas seguintes :
DECLARAÇÃO POLÍTICA
NA ENTREGA DA LISTA DE CANDIDATOS DO PCTP/MRPP
PELO CÍRCULO ELEITORAL DE CASTELO BRANCO
Hoje, dia 14 de Agosto de 2015, foi entregue, no Tribunal da Comarca de Castelo Branco, a lista de candidatos do PCTP/MRPP às eleições legislativas do próximo dia 4 de Outubro.
A candidatura do PCTP/MRPP pelo círculo eleitoral de Castelo Branco é encabeçada por David Falcão e integra operários e outros trabalhadores, mulheres, jovens e desempregados com provas dadas na luta em defesa dos interesses do povo trabalhador do distrito.
Nas eleições legislativas de Outubro próximo, a candidatura do PCTP/MRPP no distrito de Castelo Branco propõe-se dar corpo a uma alternativa democrática e patriótica na região e no país.
O povo do distrito de Castelo Branco é dos mais martirizados pelas criminosas políticas de austeridade e empobrecimento que o imperialismo alemão e os traidores à pátria ao seu serviço se propõem prosseguir e intensificar durante as próximas décadas. Forte das suas tradições de luta pela democracia e pela independência nacional, o povo do distrito de Castelo Branco já não se deixa enganar pelos Coelhos, pelos Portas, pelos Cavacos ou pelos Costas.
Apesar do apoio que continuamente recebem da União Europeia e da alta finança, os partidos que enterraram o país, sobretudo o PSD e o CDS que formam o actual governo, mas também o PS, estão hoje desmascarados aos olhos do povo. Nem as escandalosas e permanentes campanhas de propaganda de que gozam na comunicação social vendida, tão semelhantes às que existiam no tempo do fascismo, impedirão que, no sufrágio de Outubro próximo, tais partidos sofram um fortíssimo declínio na sua votação.
A candidatura do PCTP/MRPP pelo círculo eleitoral de Castelo Branco será porta-voz da vontade de mudança e da coragem de lutar que é apanágio das gentes do distrito.
Na campanha eleitoral que agora se inicia a candidatura do PCTP/MRPP defenderá a necessidade da saída de Portugal do euro e da criação do Novo Escudo, como meio indispensável para reconstruir a economia nacional e colocá-la ao serviço do povo que trabalha, e promoverão um debate alargado sobre a própria exigência da saída de Portugal de uma União Europeia que é hoje um simples instrumento de dominação e exploração dos povos europeus pelo imperialismo germânico.
O combate às candidaturas dos partidos germanófilos que defendem a austeridade perpétua contra o povo e põem em causa a própria existência de Portugal como país soberano e independente, é um imperativo democrático e patriótico para o qual a candidatura do PCTP/MRPP mobilizará o apoio do eleitorado popular do distrito de Castelo Branco.
A hora é de lutar por um governo democrático e patriótico à saída das eleições legislativas de 4 de Outubro! No distrito de Castelo Branco, a unidade de todos os democratas e patriotas, sem distinção de esquerda e de direita, para derrubar os traidores e desenvolver Portugal, terá em David Falcão e na candidatura do PCTP/MRPP os seus mais fiéis e dedicados protagonistas.
Nas próximas eleições, a candidatura em que os operários e demais trabalhadores, as mulheres, os jovens, os reformados, podem confiar para defender os seus interesses, é a candidatura do PCTP/MRPP. O nosso compromisso é o da luta firme e intransigente contra todos os inimigos do povo e os políticos traidores e corruptos que os servem. Unido e determinado, sabendo o que quer e para onde vai, o povo trabalhador é uma força invencível que ninguém conseguirá vergar!
Castelo Branco, 14 de Agosto de 2015

A Candidatura do PCTP/MRPPpelo Círculo Eleitoral de Castelo Branco.”


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Candidatura do PCTP/MRPP pelo círculo eleitoral de Castelo Branco

DAVID FALCÃO - 1º Candidato


Candidatura do PCTP/MRPP pelo círculo eleitoral de Castelo Branco

A candidatura do PCTP/MRPP pelo círculo eleitoral de Castelo Branco apresenta-se para dar voz ao povo trabalhador do distrito contra as políticas de traição nacional, de fome, miséria, desemprego e exploração levadas a cabo pelo actual governo PSD/CDS, e por uma alternativa democrática e patriótica que ponha cobro à tragédia económica e social que tais políticas visam perpetuar.
Os candidatos do PCTP/MRPP denunciarão incansavelmente e sem tibiezas a destruição que está em curso das condições de vida e de trabalho no interior do país, e, no distrito de Castelo Branco em particular, darão corpo à firme atitude de resistência e de luta que o povo trabalhador do distrito tem sabido adoptar em defesa dos seus direitos e das suas aspirações.
O PCTP/MRPP será a escolha acertada do eleitorado popular do distrito de Castelo Branco para representar os seus interesses na Assembleia da República.
Decorrendo as próximas eleições num período de forte ascensão da contra revolução e de tentativa de aniquilamento dos direitos dos trabalhadores e das mais elementares liberdades democráticas. A candidatura do PCTP/MRPP pelo círculo  eleitoral de Castelo Branco (cuja lista completa de candidatos divulgaremos oportunamente) faz questão de sublinhar a importância de serem garantidas, nas eleições legislativas que se avizinham e cuja campanha já começou, condições de democracia e de igualdade entre todas as candidaturas na divulgação das suas posições e do seu programa eleitoral.
O cabeça-de- lista do nosso partido por Castelo Branco será o camarada David Falcão, de 37 anos de idade, Professor Universitário, residente na capital de distrito, Castelo Branco.
Biografia síntese de David Falcão :
David José Geraldes Falcão tem 37 anos de idade e reside em Castelo Branco. É licenciado em Direito e Mestre e Doutor em Direitos Humanos, sendo Professor Auxiliar Convidado no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), na Universidade de Lisboa, e Professor Adjunto de nomeação definitiva no Instituto Politécnico de Castelo Branco. Publicou diversos artigos científicos em revistas especializadas e livros tendo como áreas preferenciais Direito do Trabalho, do Consumo, Direito Empresarial e Direitos Humanos/Fundamentais. Proferiu, nas áreas mencionadas, comunicações e organizou Congressos e Seminários Nacionais e Internacionais.

SAIR DO EURO!
Não ao pagamento da Dívida!
Por um Governo de Unidade Democrática e Patriótica!


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Tempo de Antena


Tempo de Antena
do PCTP/MRPP
Com o camarada
Garcia Pereira
16 Julho - Quinta-feira
RTP 1, perto das 20H00
(antes do telejornal).

sexta-feira, 26 de junho de 2015

O mar ?!


 Semana Azul ou a Entrega do Mar Português à União Europeia?

A ministra Cristas, com acções como a Semana Azul afirma que a sua intenção "é tornar Lisboa a capital dos oceanos, a capital do mar, trazer as pessoas ao País e mostrar o que temos do muito bom que é feito na nossa área económica, científica e inovação", mas estas palavras mais não são do que uma tentativa de esconder do povo português o que se está a preparar em Bruxelas, ou seja, o roubo do Mar Português.
Depois da liquidação da nossa marinha mercante e frota de pesca e de tudo o que está ligado ao mar, o governo de traição nacional de Coelho/Portas está a preparar a entrega à União Europeia (U. E.) do Mar Português e dos fundos marinhos, que abrangem 4 milhões de Kms quadrados de área, ou seja, uma área superior à de toda a União Europeia.
Na Europa está a ser construído e desenvolvido o conceito de Mar Azul, que mais não é do que a criação do Mar Europeu.
Ora, o Mar Europeu só pode ser feito com o Mar Português. Por isso, os abutres de Bruxelas estão já a preparar o saque das nossas riquezas marinhas como aconteceu, anteriormente, com as pescas. Não podemos esquecer que, apesar de sermos o segundo consumidor per capita de peixe do mundo, temos de importar dois terços do peixe que comemos e que, desses dois terços, 80% vêm de Espanha, mas que são pescados nas águas da Zona Económica Exclusiva Portuguesa (ZEE).
A União Europeia prepara-se, então, para usurpar o Mar Português, de acordo com um plano, nos termos do qual deixa de haver mares nacionais, passando a haver um único mar europeu, dirigido pela Alemanha, com a circunstância de as divisões desse mar europeu não serem nacionais, mas regionais, o que significa que passará a haver um mar ibérico, cuja gestão ficará sob a alçada espanhola.
O governo está, portanto, hoje a cozinhar, nas nossas costas, a entrega do nosso mar depois da liquidação dos nossos portos, que poderiam ser a principal porta de entrada do grande tráfego marítimo.

Mas porque é que a Europa está tão interessada no domínio do mar?
Hoje é com os mares que se fazem os grandes negócios do comércio e se desenvolve a economia mundial.
Neste momento, estamos a assistir ao controlo dos mares através do contentor, o qual está a reduzir os custos de produção de tudo o que é produzido e precisa de ser transportado.
Os custos actuais e futuros do transporte de um contentor por via marítima faz com que não haja diferenças significativas nos custos de produção, quer a mercadoria seja fabricada na Ásia, na América ou na Europa. Os custos de produção continuarão a baixar à medida que os navios porta-contentores que actualmente transportam 12.000 contentores, através do Canal do Panamá, passarem a transportar no futuro 18.000 contentores, quando o canal em construção na Nicarágua, vier a permitir passagem destes navios gigantes.
O contentor é, pois, a arma desta globalização e está a provocar uma transformação na economia como a que, no passado, os vagões dos comboios tiveram na redução dos custos e do tempo de transporte das mercadorias. Só que o comboio limitava-se ao país ou ao continente. Agora, o contentor está a fazê-lo ao nível do globo terrestre, daí a colossal importância do nosso mar e do porto de Sines, que é o único de águas profundas na Europa e por onde passam os maiores porta-contentores do mundo vindos dos países das grandes economias emergentes do Oriente, que preferem utilizar uma rota directa ao continente Americano, atravessando o canal do Panamá em direcção à Europa. 
Hoje, Portugal é o país central no mundo global e, dentro de algumas dezenas de anos, o Atlântico Central (Região Autónoma da Madeira, Região Autónoma dos Açores, Canárias e Cabo Verde) será a nova centralidade estratégica, militar e económica de cinco continentes: a Eurásia, a Africa, e as três Américas. Portugal fará parte de um dos centros de toda a economia mundial: o Atlântico Central.
O nosso País deve desde já tomar como rumo essa estratégia fundamental de desenvolvimento, investindo nas ciências e tecnologias da comunicação e na economia do mar.
Para além das pescas, a economia do Mar visa uma nova fileira de indústrias produtoras de bens e serviços que têm na própria coluna de água e nos fundos das plataformas continentais e das placas tectónicas as suas matérias-primas e meios de produção.
Claro, que este governo de traição nacional não tem nem nunca teve no seu horizonte a defesa dos interesses do País, bem antes pelo contrário, entregou Portugal aos grandes interesses estrangeiros, controlados pelo imperialismo. O que aliás ficou bem claro na intervenção do fariseu instalado em Bruxelas, Carlos Moedas, que descaradamente se exprimiu, a este propósito, do seguinte modo: "o mar é de grande importância para a União Europeia", acrescentando que "a economia azul na Europa representa cinco milhões de empregos e é grande objectivo da União para 2020 conseguir aumentar esse número de empregos até sete milhões. Isso vai depender do esforço de investimento dos privados, do público e de todos aqueles que vão contribuir para que esta economia azul seja realmente aquilo que nos diferencia em relação a outros continentes".
Em oposição a esta política de vende pátrias do Moedas, recordemos que uma das razões para a Islândia e a Noruega não terem aderido à Comunidade Europeia foi precisamente, porque recusaram o saque dos seus mares.
O Partido e os democratas e patriotas devem compreender as consequências para o País deste autêntico roubo e lutar contra a concretização deste plano da União Europeia, começando pela sua denúncia e repúdio.

Texto da autoria da Redacção do Luta Popular

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