sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Se não lutarmos não sobrevivemos



À CLASSE OPERÁRIA E AO POVO PORTUGUÊS

Proclamação sobre a Greve Geral Nacional de 24 de Novembro

ConvoConvocada que foi, finalmente, a Greve Geral Nacional para o próximo dia 24 de Novembro, o PCTP/MRPP vem, antes de mais, apoiar decididamente essa convocatória, pela qual sempre se bateu, e apelar a todas as organizações sindicais, políticas, cívicas e sociais para que também a convoquem, apoiem, organizem, e a levem a cabo com a maior amplitude, dedicação, firmeza e entusiasmo.

Esta greve geral nacional é, antes de mais, uma consequência, e uma consequência histórica, do movimento operário e popular, contra todos os que entendiam que ela era prejudicial para os interesses dos trabalhadores portugueses e que estes se deveriam antes deixar subjugar e asfixiar.

O PCTP/MRPP, que desde sempre se tem batido pela urgência desta greve geral nacional, vê com grande satisfação que finalmente as organizações sindicais dos trabalhadores hajam compreendido que, para a consequência e para o êxito desta forma de luta, é absolutamente fundamental não apenas o seu carácter nacional, mas também que seja levada a cabo com uma forte e determinada organização e com ocupação dos locais de trabalho.

O PCTP/MRPP conclama assim todos os operários, todos os trabalhadores de todos os sectores de actividade, públicos e privados, todos os desempregados, todos os jovens, todos os idosos, todos os estudantes e professores, todos os intelectuais progressistas a apoiarem e, mais do que isso, a participarem activa e entusiasticamente, e num espírito de grande unidade, na Greve Geral Nacional de 24 de Novembro.

Esta Greve Geral Nacional não pode ser nem equívoca nem fraca, antes deve ser clara e deve ter, sem tibiezas nem hesitações, o objectivo de derrubar o Governo e de derrubar o sistema que, em cada dia que passa, está a aterrorizar o Povo Português com medidas inteiramente fascistas e terroristas.

Na verdade, na situação actual, o pior que se pode fazer é ter medo, é baixar os braços, é esquecer que, se tivermos uma linha de combate justa e objectivos correctos, temos força para derrubar um governo e um sistema que estão a levar os trabalhadores e o País para uma situação pior que a dos piores tempos da governação salazarista.

É preciso assim dizer com toda a clareza que as medidas governamentais terroristas não passarão, que o governo e o sistema de exploração e opressão sobre quem trabalha devem ser derrubados e que o Povo vencerá!

A Greve Geral Nacional de 24 de Novembro deve também ser firme e minuciosamente preparada em todos os sectores (da Administração Pública ao Privado, da Indústria e Serviços à Agricultura, dos portos e aeroportos aos transportes e comunicações) e em todos os locais de trabalho, com ocupação e permanência nos mesmos por todo o período de greve e com a prévia organização dos piquetes de greve, dos locais de concentração e das diversas acções a desenvolver. Para que possa ser, e seja efectivamente, uma grande e memorável jornada de luta, cheia de entusiasmo, de generosidade, de capacidade de lutar por um País e por um Mundo melhores, sem exploradores nem opressores!

Para que faça gelar o riso dos palhaços que todos os dias nos roubam os salários e as pensões e expropriam o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos.

E para que crie condições para novas e decisivas batalhas numa guerra que o Povo Português seguramente vencerá!

Viva a Greve Geral Nacional de 24 de Novembro!

Contra o medo e contra as medidas terroristas do governo e da tróica!

Não pagamos!

Pelo derrube do governo e do sistema que nos explora e oprime!

Por um Governo de Esquerda, Democrático Patriótico!

O Povo vencerá!

Lisboa, 7 de Novembro de 2011

O Comité Central do PCTP/MRPP


domingo, 30 de outubro de 2011

Sobre a convocatória da greve geral de 24 de Novembro.


SOBRE A CONVOCATÓRIA DA GREVE GERAL DE 24/NOV
O PCTP/MRPP CONCLAMA OS TRABALHADORES E TODOS OS SECTORES
OPRIMIDOS PELA POLÍTICA DO GOVERNO DA TRÓICA A FAZEREM DA GREVE GERAL DE 24 DENOVEMBRO UMA PRIMEIRA ETAPA VITORIOSA DA LUTA PELO SEU DERRUBAMENTO

Como é sabido, o PCTP/MRPP desde sempre tem pugnado pela convocatória e realização
de uma e mais greves gerais nacionais para pôr cobro às sucessivas declarações
de guerra, primeiro de Sócrates – em boa hora chutado do poder – e, agora, de
um governo de lacaios menores.
Essa proposta de forma de luta foi-se impondo às centrais sindicais por um crescente
movimento de massas contra a politica provocatória e fascista deste governo de
traição, tendo acabado por ser marcada a próxima greve geral nacional para o
próximo dia 24 de Novembro de 2011.
Ao mesmo tempo que se congratula com esta decisão, o nosso Partido chama desde já
a atenção para a necessidade de não se repetirem desta vez os erros que levaram
ao fracasso da greve anterior.
Trata-se de uma greve vital para os destinos de quem trabalha – só uma greve geral
nacional preparada a sério e objecto de uma mobilização ampla e abrangente,
envolvendo os operários, trabalhadores do sector público que paralisem os
transportes, e o aparelho do Estado, trabalhadores do campo, estudantes,
reformados, uma greve com concentrações nos locais de trabalho e manifestações
de rua, só assim ela poderá constituir uma nova etapa no prosseguimento da luta
– que passará por novas greves gerais - para derrubar um governo de moleques
que não olha a meios para lançar os trabalhadores na miséria para enriquecer os
bancos e os grandes capitalistas.
Ta como declarámos há um ano, aquando do anúncio da greve geral anterior, os trabalhadores estão confrontados com um desafio muito sério e decisivo – ou se erguem e lutam tenazmente contra esta feroz ofensiva dos capitalistas e do seu governo, ou
arriscam-se a ser espezinhados e vítimas de um inaudito cortejo de miséria e
sofrimento.À classe operária e ao povo trabalhador português, lutar é cada vez mais a
única coisa que lhes resta (Nota à imprensa de 8/10/2010).
Lisboa,
20/10/2011

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Morte nas Minas da Panasqueira

Mineiro morre nas Minas da Panasqueira.

Um desabamento nas Minas da Panasqueira, no concelho da Covilhã, matou esta tarde um mineiro de 20 anos e feriu outro, segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Castelo Branco. Fonte da Beralt Tin & Wolfram, empresa que explora a mina, remeteu esclarecimentos para terça-feira…esclarecedor!

Este deplorável acidente aconteceu no interior da mina, pouco depois das 15:00, e a vítima mortal tinha 20 anos, disse José Luís Campos, presidente da Junta de Freguesia da Aldeia de S. Francisco de Assis, onde se situa a mina. O jovem trabalhador era solteiro e natural de Alcaria, Fundão.
Notícia do Luta popular on-line .
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domingo, 2 de outubro de 2011

Governo democrático e patriótico .




1 de Outubro –Lisboa. Manifestação da CGTP
Linha sindical: LUTA, UNIDADE, VITÓRIA esteve lá e fez ouvir de forma autónoma a sua posição para a saída da crise :

REJEIÇÃO DO PAGAMENTO DA DÍVIDA e LUTA POR UM GOVERNO DEMOCRÁTICO e PATRIÓTICO!
O POVO PORTUGUÊS NÃOO ACEITA PRIVAÇÕES PARA SALVAR OS SEUS CARRASCOS!
O POVO VENCERÁ!

domingo, 18 de setembro de 2011

Troica fora de Portugal


41 º aniversário. A luta é dura mas nós não vergamos. VIVA O PARTIDO!
O povo vencerá !

sexta-feira, 15 de julho de 2011

NÃO PAGAMOS !

SOBRE O “IMPOSTO EXTRAORDINÁRIO”

LANÇADO SOBRE OS TRABALHADORES E OS PENSIONISTAS PORTUGUESES

1. Anunciado há dias pelo primeiro-ministro no parlamento, foi agora formalizado nos seus termos exactos um chamado “imposto extraordinário” equivalente a uma percentagem de 3,5% sobre o total do rendimento bruto anual dos trabalhadores e dos pensionistas, a ser aplicado sobre o subsídio de Natal do corrente ano.

2. Esta medida representa uma transferência directa e brutal de rendimento do Trabalho para o Capital, na medida em que o valor a extorquir aos trabalhadores e pensionistas equivale ao montante resultante da redução da Taxa Social Única que o governo e a troika já anunciaram e se preparam para outorgar à classe capitalista. O epíteto de “extraordinário” aposto a este drástico aumento de impostos sobre os trabalhadores, que se pretende permanente, constitui tão-só uma manobra para tentar quebrar a inevitável resistência popular contra tal medida.

3. A afirmação governamental de que este “imposto extraordinário” se destina a assegurar o cumprimento da redução do défice público de 2011 para 5,9% do PIB, tal como consta do memorando assinado com a troika, demonstra que tal medida se encontrava já prevista, só não tendo sido incluída no dito memorando por razões eleitoralistas. Esta manobra traiçoeira dos negociadores do acordo é mais uma demonstração de que as eleições de 6 de Junho foram uma fraude e que às mesmas não deve ser reconhecida qualquer legitimidade democrática. A substituição do actual governo por um governo democrático patriótico representa uma exigência que os trabalhadores e o povo português devem assumir inequivocamente como um objectivo imediato da sua luta.

4. O esbulho agora anunciado sobre os parcos rendimentos das famílias trabalhadoras tem de ser firmemente recusado e combatido nas ruas, nas fábricas, nos campos e em todos os locais onde vive e trabalha a população trabalhadora. Só uma atitude de capitulação e de subserviência perante a chantagem da dívida pública pode impedir que seja lançado de imediato um forte movimento de luta para exigir a revogação do novo imposto. É inadmissível que os partidos da oposição parlamentar que se dizem de esquerda e os dirigentes das centrais sindicais se limitem agora a clamar por uma “justa repartição dos sacrifícios”, legitimando assim o novo imposto e os sacrifícios a que são forçadas as classes trabalhadoras para pagar uma dívida que não é sua. É em torno da palavra-de-ordem “Não pagamos!” que tem de ser organizada a resistência ao novo imposto. Não pagamos a dívida e não pagamos o imposto!


Lisboa, 14 de Julho de 2011

domingo, 5 de junho de 2011

Resultados nacionais

Apesar da farsa eleitoral; das tentativas de silenciamento; das provocações e da deturpação grosseira dos princípios democráticos, nomeadamente, na dita comunicação social o PCTP/MRPP obtém 62.491 votos (1,13%) mais 9.759 que em 2009 (52.632, 0,93%).

A luta continua!

O Povo vencerá!

PCTP/MRPP sobe em Castelo Branco

DISTRITO DE CASTELO BRANCO
PCTP/MRPP melhora resultado eleitoral.
Apesar dos escassos meios e de uma campanha generalizada de silenciamento ,PCTP aumenta percentagem e número de votos comparativamente a 2009.
Percentagem em 2009 - 0,97, em 2011 -1,32.
Votos em 2009 - 1.143, em 2011 - 1453 (mais 308).
Logo que possível publicaremos resultados por concelho e resultados nacionais.

sábado, 4 de junho de 2011

VOTA PCTP/MRPP



Dia 5 de Junho votem contra as políticas do FMI e os partidos da traição, votem contra os cortes salariais e os despedimentos, e contra o pagamento da dívida, votem por um governo democrático e patriótico ao serviço do Povo, defendam o futuro dos vossos filhos e dos vossos netos,

votem PCTP/MRPP!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

LUTAR CONTRA A TRAIÇÃO.

LUTAR CONTRA A TRAIÇÃO E A FOME PASSA POR VOTAR PCTP/MRPP!
O Povo Português deve sublevar-se e deve dizer claramente “NÃO, não vou por aí!”. Deve denunciar e desmascarar os partidos que lhe mentiram e o atraiçoaram, deve erguer-se e lutar contra as medidas anti-populares que eles defendem, a começar pelos cortes nos salários. Deve recusar-se a pagar uma dívida que não é dele, pois que não foi ele que a contraiu nem foi contraída em seu benefício, mas que está a hipotecar o futuro não apenas dos nossos filhos, mas também já dos nossos netos!
Deve dizer claramente que não queremos e não precisamos do FMI e dos burocratas e banqueiros da União Europeia, que não trazem ajuda alguma a Portugal e que devem ser de imediato mandados embora.
Os deputados do PCTP/MRPP travarão, com firmeza e sem desfalecimentos, esta batalha de vida ou de morte pelo futuro do País, e ocuparão nela a primeira linha de combate.

FMI E TROIKA FORA DE PORTUGAL!
Não são cá precisos e vieram agora a Portugal apenas para garantir que serão os Partidos da traição os que ganharão estas eleições.
VOTA PCTP/MRPP!




terça-feira, 31 de maio de 2011

Debates televisivos. Denunciar o embuste.



Debates televisivos. Denunciar o embuste.

Colocamos aqui, o direito de resposta exercido pela candidatura do PCTP/MRPP sobre a questão dos debates, que foi enviado aos órgãos de informação...

Perante um conjunto de inverdades e manipulações sobre a posição da candidatura do PCTP/MRPP acerca dos debates e do cumprimento da decisão judicial do Tribunal de Oeiras, e estando em causa o prestígio desta candidatura e o bom nome do seu representante nacional Garcia Pereira, vimos, ao abrigo do direito de resposta, reclamar a divulgação do seguinte:

1. Nem a Candidatura do PCTP/MRPP nem o Dr. Garcia Pereira faltaram a qualquer debate e, muito menos, se recusaram a participar em debates que tenham sido organizados e programados em observância do que fora determinado pelo Tribunal de Oeiras.

2. Convém voltar a salientar que quem cometeu uma ilegalidade e inconstitucionalidade ao realizar debates apenas entre os cinco partidos até há pouco parlamentares, excluindo o PCTP/MRPP, foram exclusivamente as três estações de televisão SIC, TVI e RTP, facto que foi dado por provado na sentença judicial em causa.

3. Por ouro lado, a candidatura do PCTP/MRPP, como partido extra-parlamentar mais votado, o que justa e legitimamente peticionou foi o direito a debater antes de mais com os partidos que já haviam debatido entre si.

4. Ora, o que sucedeu foi que, no seguimento do que a sentença judicial que deferiu a providência cautelar determinou, os Directores de Informação dos três canais televisivos, condenados pela ilegalidade que haviam cometido, condenação essa que persistem em não aceitar, resolveram torpedear o sentido daquela decisão, propondo uma grelha de debates que, para além de não dar prioridade aos debates com os cinco partidos que já haviam debatido entre si ? facto que, como se sabe, esteve na origem da providência cautelar -, mantém uma clara desigualdade de tratamento em relação aos referidos 5 partidos.

5. Assim, nessa grelha não figuram quatro desses partidos, sem se esclarecer se foram ou não convidados e, se o foram, com que fundamentos se terão recusado a debater com o PCTP/MRPP? a candidatura do Partido acaba de ser informada de que PS não foi sequer chamado a pronunciar-se sobre estes debates; o tempo dos debates seria manifestamente inferior aos já realizados entre os 5 e, acima de tudo, as televisões propunham-se gravá-los todos, em lugar de os emitir em directo, preparando-se para censurá-los e inseri-los na ordem que bem entendessem, para já não falar no facto de os Directores de Informação se terem recusado a divulgar a identificação dos moderadores e a estrutura dos debates.

6. Confrontados com estas questões, os canais de televisão em causa limitaram-se a reafirmar arrogantemente a sua anterior posição de não querer respeitar o princípio da igualdade de tratamento da candidatura do PCTP/MRPP relativamente à dos 5 partidos por eles previamente seleccionados.

7. Assim, a par das diligências judiciais que entendeu dever tomar, a candidatura do PCTP/MRPP aguardou e continua a aguardar que os Directores de Informação, não se tendo pronunciado sobre a posição por nós assumida e tendo mesmo escamoteado a verdade acerca do convite dos restantes partidos, viessem repor a legalidade o que, até ao momento, não sucedeu.

8. Em suma, quem começou por violar descaradamente a lei e a Constituição foram as três televisões e, apesar de condenadas judicialmente e pela opinião pública democrática, resolveram persistir nessa sua actuação ilegal, pelo que à candidatura do PCTP/MRPP não restou senão manter-se fiel aos princípios que desde o início a nortearam, pugnando até ao fim pelo respeito do princípio da igualdade de oportunidades, único que permitiria confrontar o eleitorado com uma verdadeira e séria discussão de ideias e propostas num momento de grave crise política e económica do país.

31/05/11
A Comissão da Candidatura do PCTP/MRPP

O voto no PS e no PSD é um voto de traição.



O VOTO NO PS E NO PSD É UM VOTO DE TRAIÇÃO!




Quem atraiçoou o Povo Português e o País, quem conduziu uma política sistemática de liquidação da nossa capacidade produtiva, e transformou Portugal, que tem hoje de importar mais de 80% daquilo que consome, numa sub-colónia do imperialismo germânico, quem, sempre prometendo riqueza e progresso, utilizou os fundos europeus para arrancar vinhas e árvores, abandonar campos, abater a frota pesqueira, fechar fábricas e minas, quem criou toda a sorte de habilidades e trafulhices jurídico-financeiras como as “parcerias público – privadas” ou as empresas municipais e quem quer agora pôr os que vivem do seu trabalho e sobretudo as gerações futuras a pagar as consequências dessa politica criminosa não pode merecer um só voto que seja dos trabalhadores conscientes!
Votar no PS ou no PSD (acolitados pelo CDS) é aceitar que devemos pagar a dívida que os banqueiros e políticos corruptos contraíram, é concordar com os cortes salariais, com a contratação precária e com os despedimentos arbitrários, é ceder ao medo e à chantagem e é aceitar a política que aqueles que tudo têm e nada fazem e se foram enchendo à tripa - forra nos querem afinal impor.
VOTA PCTP/MRPP!

sábado, 28 de maio de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

Entrevista com Rui Infante







ENTREVISTA COM RUI INFANTE


CABEÇA-DE-LISTA DO PCTP/MRPP
PELO CÍRCULO ELEITORAL DE CASTELO BRANCO









O que o levou a candidatar-se pelo PCTP/MRPP nestas eleições?

O PCTP/MRPP é um partido pequeno mas que oferece plena garantia de tudo fazer pelos interesses da população trabalhadora. Estas eleições têm de ser a ocasião de o povo português e o eleitorado popular do distrito de Castelo Branco manifestar a sua revolta e o seu desejo de mudança. Sou particularmente sensível à palavra-de-ordem de que “não pagamos a dívida que não é nossa!”. A luta contra o FMI, contra a “troika” e contra o acordo de traição nacional subscrito pelo PS, pelo PSD e pelo CDS é um dever patriótico de toda a população trabalhadora. É no PCTP/MRPP que se podem encontrar as posições mais firmes e consequentes nesta situação tão grave em que o país se encontra. Por isso aceitei encabeçar a sua candidatura.

Quais são as prioridades da sua candidatura?

Queremos contribuir com a nossa campanha para um aumento substancial da votação do PCTP/MRPP a nível nacional e para impor uma derrota eleitoral ao PS e ao PSD, através de uma descida acentuada da votação nesses dois partidos. Queremos mobilizar o eleitorado do distrito de Castelo Branco para lutar contra o acordo com a “troika” e contra o aumento do desemprego, da fome e da miséria para o povo que ele representa. Defendemos também para o distrito de Castelo Branco uma política de desenvolvimento económico que tire partido dos recursos naturais, humanos e tecnológicos de que dispomos. Em lugar de liquidar empregos, baixar salários e aumentar impostos sobre quem menos tem, é necessário criar empregos, valorizar o trabalho e ir buscar mais impostos à banca e às grandes fortunas. Na nossa campanha defendemos a prioridade da produção agrícola e agro-industrial no distrito. As condições de que dispomos para criar novas indústrias com elevada capacidade tecnológica devem ser aproveitadas. É preciso que as instituições de ensino superior do distrito cumpram plenamente o seu papel de alavancas de desenvolvimento e de criação científica, tecnológica e cultural. É necessário também impedir a aplicação de portagens na A23, pois elas liquidarão muitas pequenas e médias empresas e representarão um peso incomportável para os que precisam de se deslocar diariamente para os seus empregos.

Como vai decorrer a campanha eleitoral do PCTP/MRPP no distrito?

Basearemos a nossa campanha em acções de inquérito, de debate e de esclarecimento junto das populações. Os nossos meios são escassos mas temos a força das nossas ideias e das nossas convicções. Procuraremos mostrar a importância de que todos participem neste acto eleitoral, recusando a chantagem da “troika” e dos partidos que pretendem impor mais sacrifícios e desemprego, como se não houvesse alternativas. Apelaremos com firmeza ao voto no PCTP/MRPP, a esquerda que não se vende e que não capitula. Defendemos um programa democrático e patriótico de desenvolvimento do país e do distrito e queremos demonstrar que ele pode ser aplicado.


Lista de candidatos do PCTP/MRPP pelo distrito de Castelo Branco


Candidatos do PCTP/MRPP pelo distrito de Castelo Branco


RUI INFANTE OLIVEIRA DUARTE - FUNCIONÁRIO PÚBLICO.

JOSÉ ALBINO ALVES MARRUCHO - ENFERMEIRO.

ROSÁRIO DO CARMO LOURENÇO BATISTA - OPERÁRIA TÊXTIL.

LUÍS SÉRGIO ROLÃO MENDES – PROFESSOR.

CANDIDATOS SUPLENTES

MANUEL JORGE HONÓRIO DE CARVALHO - FIEL DE ARMAZEM.

CRISTINA DELFINA LOURENÇO BATISTA DIOGO - CONTROLADORA DE QUALIDADE.

sábado, 21 de maio de 2011

Não vergamos.

FMI E TROIKA FORA DE PORTUGAL!

NÃO PAGAMOS A DÍVIDA, QUE NÃO É NOSSA!

CONTRA OS CORTES SALARIAIS E OS DESPEDIMENTOS! CONTRA AS PRIVATIZAÇÕES!

POR UM GOVERNO DEMOCRÁTICO E PATRIÓTICO, COM UM PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA NACIONAL!

Nós não vergamos!

Vota PCTP /MRPP!

terça-feira, 17 de maio de 2011

Debate a não perder.

A não perder!

RTP 1

Debate com Garcia Pereira

Amanhã, 18 de Maio, quarta-feira, pelas 22h e 30m.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Vota Diferente !

É preciso mudar o voto. Temos de mudar a vida.

Uma política diferente. Um Partido diferente.

Dar Voz aos cidadãos, aos trabalhadores, ao povo em geral.

Diz sim a quem trabalha para ganhar a vida. Diz sim a quem sabe da vida.

A voz dos que não têm Voz!

Vota PCTP/MRPP!

domingo, 8 de maio de 2011

sábado, 7 de maio de 2011

Desmascarar a fraude eleitoral.

Estas eleições são assim e desde já uma gigantesca fraude, porquanto tudo está a ser preparado (desde a vinda do FMI precisamente nesta altura até às entrevistas e debates só com os partidos políticos do poder) para que os vencedores de tais eleições sejam aqueles partidos (PS e PSD) que precisamente conduziram o País à ruína em que actualmente se encontra e que agora chamaram para cá o mesmo FMI!

Até quando serão os jornalistas cúmplices destas atitudes fascistas ?!

PARA SABER MAIS CLICA AQUI !

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Mistificações - Nota à comunicação social

UM GOVERNO DE GESTÃO NÃO PODE NEGOCIAR OU FIRMAR ACORDOS COM O FMI, QUE PARA ALÉM DE SEREM UMA TRAIÇÃO, SÃO ASSUNTO SOBRE O QUAL SÓ OS PORTUGUESES PODEM PRONUNCIAR-SE NO PRÓXIMO 5 DE JUNHO

1. A intervenção do primeiro-ministro que pretensamente se destinava a informar das cedências do governo aos ditames do FMI e da UE, traduziu-se em mais uma manobra própria de um pantomineiro inqualificável.

2. Na verdade, Sócrates, escamoteando a gravidade das medidas que o PS e PSD haviam já tomado contra os trabalhadores, veio triunfalmente anunciar o que não vai haver – como se os cortes salariais e das prestações sociais não fossem nada -, ocultando o que acabou de caninamente engolir o que lhe foi ditado pela troika.

3. E referindo-se ao facto de não serem de momento roubados os subsídios de férias e de Natal, Sócrates fê-lo como se isso fosse uma grande vitória pela qual o povo trabalhador lhe deveria estar eternamente agradecido.

4. Mas, por outro lado, veio com toda a desfaçatez aceitar a imposição pelo FMI das medidas de austeridade do PEC IV, designadamente o aumento do IVA, que tinham sido rejeitadas pelo Parlamento e repudiadas na rua, alargando, desde já, os cortes dos rendimentos às pensões dos reformados.

5. Sócrates diz que a Caixa não vai ser privatizada, mas não fala das outras privatizações que se prepara para fazer, como é o caso infame da TAP.

6. Sócrates diz que não serão admitidos despedimentos sem justa causa, mas esconde o que se prepara para fazer em matéria de alargamento das causas para facilitar desses despedimentos, para já não falar no agravamento da precariedade.

7. O que o primeiro-ministro pretendeu, afinal, com esta intervenção foi mais uma vez tentar quebrar a revolta do povo trabalhador e dos milhares de desempregados e vítimas da politica de fome e miséria já em curso e a aprofundar – nas palavras do próprio Sócrates - pelo FMI, escondendo o reforço da política de austeridade que de forma antipatriótica permite que seja imposta ao país, impedindo o povo português de se pronunciar livremente pelo voto nas próximas eleições.

8. É mais do que nunca imperioso correr com o FMI de Portugal e mostrar que existe uma alternativa a esta politica de fome e miséria com a formação de um governo democrático e patriótico.

Lisboa, 3 de Maio de 2011

A Comissão de Imprensa da candidatura nacional do PCTP/MRPP