sábado, 29 de agosto de 2015

Quem é quem !


CANDIDATOS por Castelo Branco :


De cara lavada, os candidatos do PCTP/MRPP pelo círculo eleitoral de Castelo Branco apresentam-se ao povo.
 Em defesa de ideias, contra os que sempre se preocuparam com o tacho e os lugares e eternizando-se nas assembleias, nas câmaras e no poder nacional têm levado Portugal à ruína.
Em defesa do povo trabalhador de Castelo Branco e do país. Sabem que o que defendem não é fácil. Apelam à inteligência e à consciência dos eleitores. Apelam à rejeição das políticas caducas de submissão e conformismo.
Vais apoiar este partido, estes homens e mulheres ou preferes continuar dar o teu voto a quem te rouba todos os dias, destrói o teu emprego, o teu distrito, o teu país, o teu futuro e o dos teus filhos e netos?
A alternativa existe. A escolha é tua. E, como diz o povo: “Não guardes para amanhã o que podes fazer hoje.” Apoia, desde já, os candidatos do PCTP/MRPP e a sua política e não te arrependerás!

SAIR DO EURO!
Não ao pagamento da Dívida!
Por um Governo de Unidade Democrática e Patriótica!
Texto da responsabilidade de “ RESISTÊNCIA”.


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O Mercado de Trabalho e a Economia Portuguesa.



 Procuram-se Soluções.
Nos dias que correm e, ante um falacioso período pós-Troika pois, esta não nos abandonou, nem tão cedo o fará, Portugal é um país na ruína. Centrando-nos no mercado de trabalho apraz dizer que as taxas de desemprego são assustadoras (mais de um milhão de desempregados número encapuçado pelas falsas e manipuladas estatísticas), os salários e pensões miseráveis, os vínculos flexíveis e precários e as jornadas laborais eternas tendo em conta artifícios como o banco de horas e a drástica redução do pagamento de trabalho suplementar que conduzem à escravização do trabalhador. Só no distrito de Castelo Branco o número de desempregados são cerca de 15.000 (acima de 16%), sendo que este número é bem maior uma vez que está adulterado pelos contratos de emprego-inserção e de formação profissional. Menos de 40% dos desempregados recebem subsídio de desemprego.
Dos três anos de implementação das medidas do Memorando de Entendimento resultou a destruição de mais de 400 mil postos de trabalho e a redução da população ativa face à necessidade de emigração inclusive, dados recentes do Eurostat indicam que Portugal, no corrente ano, perdeu 5% da população, face ao ano transato.
Não é necessário ser-se economista para se compreender que os indicadores de recuperação de uma economia são o consumo e as taxas de emprego. Não pode haver qualquer dúvida em afirmar-se que, se se continuar na senda da austeridade, será necessária pelo menos uma geração para que a economia portuguesa apresente sinais de real recuperação e não apenas daquela falsa e demagógica recuperação que apenas tem um propósito: a caça ao voto.
Portugal não produz e importa mais de 80% do que consome, os portugueses cada vez têm menos poder de compra. As questões às quais se tem de dar uma rápida resposta são: Como se recupera a economia de um país que não produz? Como se incentiva o consumo?
Quanto à primeira questão, parece que a solução passará, em primeiro lugar, pelo regresso sustentado à agricultura que a UE destruiu em troca de “fundos” para abandonar os campos; em segundo, pelo aproveitamento do melhor recurso que temos ao nosso alcance: O mar, “enxotando” as ideologias imperialistas de criação do Mar Europeu reerguendo a nossa frota piscatória; por fim, acabar de vez com a delapidação do património público através das privatizações que apenas acarretam a perda de capacidade de intervenção do Estado na economia.
Quanto à segunda questão, não se incentiva o consumo com cargas fiscais incomportáveis e cortes salariais sobre salários já por si miseráveis mas precisamente com políticas inversas de redução de impostos e de aumentos salariais.
Perdemos o controlo da nossa moeda, perdemos a nossa soberania. Uma solução mais radical, a acrescer às descritas e, na qual eu acredito piamente, passará pela saída de Portugal do euro. Retrocesso? Muitos dirão que sim. Mas a verdade é que recuperamos o controlo da nossa moeda podendo desvalorizá-la e aumentar a competitividade e as exportações; podemos autofinanciar-nos recorrendo ao Banco de Portugal sem necessidade de contrair empréstimos junto do setor privado da banca o que conduz à contenção de dívida pública como consequência da não necessidade do pagamento de juros. Provável resultado: período de dificuldades durante a primeira fase de transição limitada temporalmente. No entanto, permanecer com a moeda única é seguir pactuando com a subserviência à dívida.
Em suma, deve permitir-se a retomada do crescimento português, sem esquecer que tal crescimento gera emprego, e que este mesmo crescimento recuou desde a adesão de Portugal ao euro. Trata-se, portanto, de romper um círculo de perversidade que apenas contribui para o aumento do endividamento.

David Falcão

Texto publicado no “Jornal do Fundão” de 20 de Agosto de 2015.
Os sublinhados e destaques são da responsabilidade de “ RESISTÊNCIA.”


sábado, 15 de agosto de 2015

PCTP/MRPP entregou lista de candidatos pelo círculo eleitoral de Castelo Branco.

Delegação da candidatura à porta do Tribunal de Castelo Branco
14 de Agosto de 2015


PCTP/MRPP entregou lista de candidatos pelo círculo eleitoral de Castelo Branco.
Uma delegação da candidatura do PCTP/MRPP no distrito de Castelo Branco composta por José Marrucho, Rui Infante e Paulo Delgado entregou ontem, dia 14 de Agosto, no tribunal  da capital de distrito o processo de candidatura às eleições legislativas de 4 de Outubro de 2015.  Foi ainda divulgada uma posição política que partilhamos nas linhas seguintes :
DECLARAÇÃO POLÍTICA
NA ENTREGA DA LISTA DE CANDIDATOS DO PCTP/MRPP
PELO CÍRCULO ELEITORAL DE CASTELO BRANCO
Hoje, dia 14 de Agosto de 2015, foi entregue, no Tribunal da Comarca de Castelo Branco, a lista de candidatos do PCTP/MRPP às eleições legislativas do próximo dia 4 de Outubro.
A candidatura do PCTP/MRPP pelo círculo eleitoral de Castelo Branco é encabeçada por David Falcão e integra operários e outros trabalhadores, mulheres, jovens e desempregados com provas dadas na luta em defesa dos interesses do povo trabalhador do distrito.
Nas eleições legislativas de Outubro próximo, a candidatura do PCTP/MRPP no distrito de Castelo Branco propõe-se dar corpo a uma alternativa democrática e patriótica na região e no país.
O povo do distrito de Castelo Branco é dos mais martirizados pelas criminosas políticas de austeridade e empobrecimento que o imperialismo alemão e os traidores à pátria ao seu serviço se propõem prosseguir e intensificar durante as próximas décadas. Forte das suas tradições de luta pela democracia e pela independência nacional, o povo do distrito de Castelo Branco já não se deixa enganar pelos Coelhos, pelos Portas, pelos Cavacos ou pelos Costas.
Apesar do apoio que continuamente recebem da União Europeia e da alta finança, os partidos que enterraram o país, sobretudo o PSD e o CDS que formam o actual governo, mas também o PS, estão hoje desmascarados aos olhos do povo. Nem as escandalosas e permanentes campanhas de propaganda de que gozam na comunicação social vendida, tão semelhantes às que existiam no tempo do fascismo, impedirão que, no sufrágio de Outubro próximo, tais partidos sofram um fortíssimo declínio na sua votação.
A candidatura do PCTP/MRPP pelo círculo eleitoral de Castelo Branco será porta-voz da vontade de mudança e da coragem de lutar que é apanágio das gentes do distrito.
Na campanha eleitoral que agora se inicia a candidatura do PCTP/MRPP defenderá a necessidade da saída de Portugal do euro e da criação do Novo Escudo, como meio indispensável para reconstruir a economia nacional e colocá-la ao serviço do povo que trabalha, e promoverão um debate alargado sobre a própria exigência da saída de Portugal de uma União Europeia que é hoje um simples instrumento de dominação e exploração dos povos europeus pelo imperialismo germânico.
O combate às candidaturas dos partidos germanófilos que defendem a austeridade perpétua contra o povo e põem em causa a própria existência de Portugal como país soberano e independente, é um imperativo democrático e patriótico para o qual a candidatura do PCTP/MRPP mobilizará o apoio do eleitorado popular do distrito de Castelo Branco.
A hora é de lutar por um governo democrático e patriótico à saída das eleições legislativas de 4 de Outubro! No distrito de Castelo Branco, a unidade de todos os democratas e patriotas, sem distinção de esquerda e de direita, para derrubar os traidores e desenvolver Portugal, terá em David Falcão e na candidatura do PCTP/MRPP os seus mais fiéis e dedicados protagonistas.
Nas próximas eleições, a candidatura em que os operários e demais trabalhadores, as mulheres, os jovens, os reformados, podem confiar para defender os seus interesses, é a candidatura do PCTP/MRPP. O nosso compromisso é o da luta firme e intransigente contra todos os inimigos do povo e os políticos traidores e corruptos que os servem. Unido e determinado, sabendo o que quer e para onde vai, o povo trabalhador é uma força invencível que ninguém conseguirá vergar!
Castelo Branco, 14 de Agosto de 2015

A Candidatura do PCTP/MRPPpelo Círculo Eleitoral de Castelo Branco.”