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domingo, 29 de dezembro de 2013
sábado, 21 de setembro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Autárquicas 2013 - Guarda - Agenda
A não perder !
20H00 - Reportagem na SIC, com Eduardo Espírito
Santo, candidato à Presidência da C.M. da Guarda.
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terça-feira, 20 de agosto de 2013
Autárquicas 2013
O PCTP/MRPP concorre a cerca de setenta órgãos autárquicos. Ver aqui ! Nas Beiras destacamos a Candidatura à Câmara Municipal da Guarda, encabeçada por Eduardo Espírito Santo, professor aposentado, tal como se afirma no manifesto de candidatura, os candidatos do PCTP/MRPP pretendem :
" ROMPER COM A FATALIDADE DA CRISE E OS SEUS RESPONSÁVEIS e lutar
PELO PROGRESSO DA GUARDA NUM PORTUGAL LIBERTADO."
Hoje, a
Guarda é uma cidade (e um concelho) em profunda decadência, sem indústria, sem
agricultura e, a prazo, sem serviços; minada pelo desemprego e pela perda
drástica do poder de compra dos seus habitantes; sangrada da sua população mais
jovem e impossibilitada de atender com um mínimo de humanidade às necessidades
da sua população mais carenciada; com um património gravemente ameaçado ou em
degradação acelerada; e, por cima de tudo isto, completamente sequestrada na
sua autonomia financeira e na sua capacidade de responder à crise e tirar
partido das fortes potencialidades de que dispõe.
Não é só a
uma má governação autárquica que se devem os graves problemas que a Guarda
atravessa. A governação nacional, a cargo de governos do PS, do PSD e do CDS, tem
sido profundamente negativa para o desenvolvimento e até para a sobrevivência
da Guarda e da sua região. O actual governo de Passos Coelho e Paulo Portas
agravou de uma forma inaudita as políticas antipopulares que os anteriores
governos tinham praticado.
A promoção
deliberada e programada do desemprego, os roubos continuados dos salários e das
reformas e o aumento brutal dos impostos que o actual governo tem levado a
cabo, são um garrote implacável que arruína a economia local da Guarda.
Os cortes
cegos e sistemáticos nos serviços públicos da saúde, da educação e da segurança
social que o governo continua a praticar, representam mais um golpe fatal nas
condições de vida da população trabalhadora da nossa região.
As
portagens nas auto-estradas e a completa ausência de investimento público nos
projectos estruturantes de que a Guarda necessita, são um factor terrível de
degradação e desertificação que a Guarda de forma alguma pode suportar.
A remissão
da cultura, do desporto e do lazer para a categoria de actividades supérfluas
que os poderes públicos não devem apoiar e a que a maioria da população não tem
o direito de aceder, constitui o derradeiro atentado do governo PSD/CDS para
eliminar todas as condições de uma existência minimamente digna e civilizada.
Perante
todos estes ataques e malfeitorias do governo central, que tanto afectam e
prejudicam a Guarda e os seus habitantes, a Câmara Municipal não pode continuar
a adoptar a atitude complacente e cúmplice que tem revelado até aqui.
A Câmara
Municipal da Guarda tem de ser, na actual conjuntura, um exemplo na denúncia e
na resistência contra um governo ilegítimo e antipatriótico que está a destruir
por completo a nossa cidade e a nossa região.
A Câmara
Municipal da Guarda tem a estrita obrigação, ética e política, de apoiar todas
as iniciativas de luta que os trabalhadores dos diversos sectores de
actividade, os movimentos cívicos, os empresários que estão a ser levados à
ruína e a população em geral desenvolvem contra as medidas terroristas e
antipopulares do governo Coelho/Portas.
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candidatura autárquica.,
manifesto pctp/mrpp guarda
terça-feira, 25 de junho de 2013
Viva a Greve Geral !
O Comité Central do Partido
Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) conclama a classe operária
e os trabalhadores a participar activa e militantemente na greve geral nacional
convocada para o próximo dia 27 de Junho pelas duas centrais sindicais e por um
conjunto de sindicatos que não integram estas centrais.
A greve geral de 27 de Junho tem
por objectivo principal e inequívoco o derrube do governo fascista de traição
nacional Coelho/Portas, primeiro passo para a constituição de um governo democrático
patriótico, de aliança dos operários com os trabalhadores do campo e dos
serviços, com os pequenos e médios proprietários arruinados pela crise e com
todos os sectores do povo português que lutam pela democracia e pela
independência nacional.
A greve geral de 27 de Junho deve
ser cumprida com ocupação firme e permanente dos locais de trabalho. Os
trabalhadores em greve devem organizar-se ferreamente e rechaçar qualquer
tentativa dos patrões e das polícias para impedir que essa ocupação dos locais
de trabalho se concretize e se mantenha.
A greve geral de 27 de Junho tem de ter a participação massiva dos operários e trabalhadores e deve ser apoiada sem reservas por todos os sectores democráticos e patrióticos do povo português. Os partidos, as organizações sindicais, as comissões de trabalhadores, as organizações e movimentos sociais e cívicos que combatem o governo e a tróica devem empenhar-se até ao limite das suas capacidades para garantir o êxito da greve geral.
A greve geral de 27 de Junho tem de ter a participação massiva dos operários e trabalhadores e deve ser apoiada sem reservas por todos os sectores democráticos e patrióticos do povo português. Os partidos, as organizações sindicais, as comissões de trabalhadores, as organizações e movimentos sociais e cívicos que combatem o governo e a tróica devem empenhar-se até ao limite das suas capacidades para garantir o êxito da greve geral.
VIVA A GREVE GERAL NACIONAL!
LUTAR POR TODOS OS MEIOS ATÉ AO DERRUBE DO GOVERNO DE TRAIÇÃO NACIONAL PSD/CDS!
POR UM GOVERNO DEMOCRÁTICO PATRIÓTICO!
POR UM GOVERNO DEMOCRÁTICO PATRIÓTICO!
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governo democrático e patriótico.,
governo traidor,
greve geral
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Despedimentos na Fundatex - Fundão.
Sobre os despedimentos na
Fundatex (Fundão).
A prepotência
capitalista e a necessidade de organização dos trabalhadores.
Na passada semana, quando se apresentaram ao trabalho depois de
uma semana de férias, os 64 trabalhadores da Fundatex, uma empresa de
confecções instalada no Fundão (distrito de Castelo Branco), encontraram os
portões fechados, com a informação de que o tribunal havia decretado a falência
da empresa.
A Fundatex é propriedade de uma outra empresa de confecções, a
Torre S.A., localizada perto de Belmonte, também no distrito de Castelo Branco,
e funcionou até aqui em regime de subcontratação com esta empresa. Importa
dizer que a aquisição da Fundatex pela Torre, em 2001, se verificou no contexto
de um processo obscuro e fraudulento de falência da anterior proprietária da
empresa, a Eres. Agora, foi a Torre que, aproveitando-se das leis e mecanismos
jurídicos existentes, provocou a falência da Fundatex, movida pela ganância do
lucro e sem a mínima consideração pelos trabalhadores, uma grande parte deles
com mais de vinte anos de permanência na empresa.
O completo desprezo pelos trabalhadores demonstrado pelos
capitalistas da Torre está bem patente nos seguintes factos. A Fundatex
manteve, até ser encerrada, uma actividade permanente e intensa de produção
para satisfazer as encomendas da sua proprietária. Mesmo assim, esta, contando
já com a declaração de falência emitida pelo Tribunal do Fundão, ordenou que não
fossem pagos os ordenados de Março aos trabalhadores da Fundatex e recusou-se a
accionar os mecanismos que poderiam permitir a estes trabalhadores receber uma
indemnização por despedimento e o acesso ao subsídio de desemprego. Entretanto,
os seus homens de mão que dirigiam a Fundatex estão agora em Belmonte, na
empresa-mãe, depois de terem executado o trabalho sujo que lhes foi
encomendado. Este trabalho sujo incluiu também o roubo furtivo de maquinaria e
equipamento diverso da Fundatex, cuja retirada e transporte para as instalações
da Torre foram feitos no período de ausência dos trabalhadores.
O tratamento dos trabalhadores como se de lixo se tratasse, por
parte dos capitalistas da Torre, encontra todo o apoio e suporte no governo
PSD/CDS, como já o havia encontrado no anterior governo do PS. Com base no
Código de Trabalho e em leis que dão toda a cobertura à exploração desenfreada
dos trabalhadores, e contando também com a inexistência de uma fiscalização
eficaz de práticas fraudulentas, é possível ao patronato transferir custos para
empresas participadas que depois são levadas à falência, e é possível
igualmente pôr na rua trabalhadores para voltar depois a contratá-los por
salários muito menores e beneficiando ainda de programas ditos de “incentivo ao emprego”,
os quais acarretam o pagamento de uma parte do salário, já de si reduzido, dos
trabalhadores pelos dinheiros da Segurança Social.
Os trabalhadores da Fundatex e os trabalhadores da Torre (estes,
em número superior a 300) devem unir-se na luta contra as práticas terroristas
e absolutamente condenáveis dos patrões. Todos os direitos dos trabalhadores da
Fundatex devem ser respeitados e todas as práticas vis e ilegais da
administração da Torre devem ser combatidas e punidas.
Na sua luta, os trabalhadores destas empresas e os seus sindicatos
não devem nunca perder de vista que o alvo principal e imediato do seu combate
tem de ser o derrube do governo de Passos Coelho, porque é este que executa ou
dá cobertura a todos os ataques desferidos contra os trabalhadores.
De igual modo, é preciso chamar à sua responsabilidade as câmaras
municipais, designadamente a do Fundão, mas também a de Belmonte. Uma câmara
municipal deve ser um órgão de defesa dos interesses da população trabalhadora
do concelho. É em casos ignóbeis como este que se pode demonstrar de que lado
está o executivo camarário e demais órgãos autárquicos e tomar as medidas que a
situação impuser.
A luta é o único caminho que resta aos trabalhadores da Fundatex.
Uma férrea unidade e objectivos correctos e claros são a chave para que essa
luta se traduza nas vitórias que os trabalhadores almejam.
Notícia do LUTA POPULAR .
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fundão,
fundatex,
luta dos trabalhadores.
domingo, 7 de abril de 2013
Demissão Já !
Sobre
a decisão do Tribunal Constitucional de declarar inconstitucionais algumas normas do Orçamento Geral do
Estado para 2013
O
governo de Passos Coelho deve ser imediatamente derrubado!
1. A
decisão do Tribunal Constitucional de declarar inconstitucionais, pelo segundo
ano consecutivo, algumas das normas mais gravosas do Orçamento Geral do Estado significa uma enorme derrota política para
o governo PSD/CDS e obriga o Presidente da República a demitir imediatamente
esse governo.
2. A
decisão de hoje do Tribunal Constitucional deixou, contudo, de fora da
declaração de inconstitucionalidade muitas outras normas que também deveriam
ser englobadas nessa declaração e que continuam a representar um verdadeiro
genocídio fiscal sobre os trabalhadores e a população mais carenciada e
vulnerável. Não são só quatro as normas
que devem ser eliminadas, é todo o Orçamento que deve ser mandado para o lixo e
substituído por um novo Orçamento que promova o desenvolvimento do país e que
garanta a soberania nacional e o bem-estar do povo.
3. A
situação presente exige a mobilização e a unidade de todos os sectores e
organizações democráticos e patrióticos em torno de um programa de governo
alternativo, o qual deve incluir a suspensão imediata do pagamento da dívida
pública e a inevitável saída de Portugal do euro. As centrais sindicais, os
sindicatos independentes e as organizações democráticas e populares que
combatem o governo e a Tróica devem preparar de imediato a realização de uma
nova e poderosa greve geral nacional com uma duração superior às anteriores e
com o objectivo único e inequívoco do derrube do governo de traição nacional
Coelho/Portas.
Lisboa, 5 de Abril de 2013
A Comissão de Imprensa
do PCTP/MRPP
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