sábado, 17 de março de 2012

Greve Geral de 22 de Março.

Convocada ou apoiada por todas as forças políticas e sindicais democráticas, a próxima greve geral tem por objectivo estratégico o derrubamento do governo de traição nacional Coelho/Portas e o reforço da luta política para a formação de um governo democrático patriótico, capaz de subtrair o nosso povo e o nosso país à política terrorista de exploração e opressão imposta pelo imperialismo alemão e pelas estruturas que materializam o seu domínio: a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional, tudo incluído na designação da Tróica.

Tem também a greve geral nacional da próxima quinta-feira objectivos imediatos: derrotar as medidas legislativas de austeridade e pobreza consistentes no aumento do desemprego e no roubo de salários e de trabalho, tudo resultante do projecto de alteração do Código de Trabalho, em discussão na assembleia da República, e das medidas de liquidação do Serviço Nacional de Saúde, da Segurança Social, do Ensino e da Escola Públicas.

Todas as medidas de austeridade e recessão acima sumariamente enumeradas têm em vista pagar aos bancos da zona Euro, com a banca germânica à frente, uma colossal dívida pública que o povo nunca contraiu e que não vai pagar.

A greve geral nacional da próxima semana deve constituir e representar a força do movimento popular português contra o pagamento da dívida: Não Pagamos!

Apesar da traição do Engº João Proença e da direcção nacional da UGT, sabemos que muitos sindicatos daquela Central e centenas de trabalhadores nela filiados aderiram já à greve e vão lutar sem tréguas pela sua vitória e pela derrota do oportunismo no movimento sindical português.

Trabalhadores e Trabalhadoras: cada um de nós deve comportar-se, nestes dias que ainda faltam para o começo da greve geral nacional, como um agitador, um propagandista e um organizador indomável no reforço da preparação da greve.

É necessário organizar com alguma antecedência os piquetes de greve nas fábricas, nas empresas e nos serviços, participando activamente nessas estruturas de luta, sempre com um nível político elevado e decidido.

O movimento sindical, o movimento operário e o movimento revolucionário devem sair reforçados desta grande luta e irão alcançar com certeza uma grande vitória contra a exploração e a opressão.


Não Pagamos!

Morte à política de traição nacional do governo PSD/CDS!

Morte ao governo Coelho/Portas!

Viva a Greve Geral Nacional de 22 de Março!

Viva o governo democrático patriótico!

Vivam a Classe Operária e todos os Trabalhadores!

domingo, 19 de fevereiro de 2012

LUTA POPULAR ON-LINE


“Se estamos revoltados, se sofremos com a situação de miséria em que se encontram milhares de trabalhadores e cidadãos no nosso país, se pretendemos organizar os trabalhadores para que essa revolta conduza ao derrubamento urgente deste governo e a constituição de um outro democrático patriótico, então não chega falar ou protestar em casa ou à mesa do café. “
O órgão central do PCTP/MRPP tem um importante papel a desempenhar.

Transformemos o LUTA POPULAR ON-LINE, num importante instrumento de denuncia, organização e luta. Lê, divulga e escreve para o Luta Popular on-line!

A partir de hoje e para mais fácil consulta a partir de RESISTÊNCIA, para além do acesso em “ligações”, por baixo do nome e do logótipo do blogue encontram uma página com ligação permanente para o LUTA POPULAR ON-LINE. Cliquem, leiam e coloquem LP, nos favoritos do vosso computador.
Viva a informação revolucionária!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Manifestação de 11 de Fevereiro


CONTRA O ROUBO DO TRABALHO E DO SALÁRIO!
PELA NOVA GREVE GERAL NACIONAL!
ABAIXO O GOVERNO DE TRAIÇÃO NACIONAL PSD/CDS!
GOVERNO DEMOCRÁTICO E PATRIÓTICO!
O POVO VENCERÁ!




A Greve geral e a UGT.

O Secretário-geral da UGT, engenheiro
João Proença, fez referência pública a uma proposta de greve geral adiantada
pelo novo secretário-geral da CGTP-Intersindical, Arménio Carlos.

A proposta de uma nova greve geral
nacional foi publicamente apresentada, em Dezembro passado, pela linha sindical
Luta-Unidade-Vitória, e a aludida proposta foi pessoalmente dirigida ao então
secretário-geral da Inter, Doutor Carvalho da Silva.

Essa proposta tem sido sistematicamente
explicada e defendida em reuniões de operários pela linha sindical
Luta-Unidade-Vitória e tem contado com o apoio das massas e do Partido
Comunista dos Trabalhadores Portugueses, PCTP-MRPP.

Uma tal greve geral nacional deveria,
aliás, ter sido desencadeada imediatamente após a assinatura do acordo de
traição assinado por João Proença no conselho permanente de concertação social,
intitulado “compromisso para o crescimento, competitividade e emprego”.

Na ocasião em que anunciou a recepção da
proposta de Arménio Carlos, João Proença garantiu que, se a greve avançasse, a
UGT não estaria lá.

A primeira conclusão a tirar das
declarações do secretário-geral da UGT é que a nova direcção da Intersindical
em nada se distingue da antiga, já que Arménio Carlos, tal como Carvalho da
Silva, continuam a pensar que as greves gerais não se fazem com operários e
trabalhadores, homens, mulheres, jovens e idosos, mas que se fazem unicamente
com o apoio do traidor engenheiro Proença.

A aliança com a UGT custou muito caro ao
movimento sindical nas duas greves gerais anteriores, pois Proença serviu-se da
sua participação nessas duas lutas, para reforçar junto do governo e do
patronato a sua legitimidade negocial traidora.

Entendamo-nos muito bem, nos seguintes pontos:
1. A nova greve geral nacional deve ser convocada e organizada com as forças
políticas e sindicais que compreendam e aceitem a necessidade de derrubar o
governo de traição nacional PSD/CDS e substitui-lo por um governo democrático
patriótico.
2. A nova greve geral nacional deve ser imediatamente convocada, para poder
liquidar à nascença os efeitos do acordo de concertação social e as medidas aí
previstas quanto ao roubo de salários e de trabalho.
3. Marcada a data da greve, com o consenso de todas as forças empenhadas, deve
começar-se, empresa a empresa, a mobilização dos operários e dos trabalhadores
para essa luta.
4. Devem fazer parte da comissão organizadora da greve geral trabalhadores dos
sindicatos UGT, expressamente convidados para o efeito.

Há excelentes condições objectivas para
nova greve geral nacional, contando que se unam todas as forças que podem ser
unidas e se marquem objectivos políticos e sindicais concretos.




sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Se não lutarmos não sobrevivemos



À CLASSE OPERÁRIA E AO POVO PORTUGUÊS

Proclamação sobre a Greve Geral Nacional de 24 de Novembro

ConvoConvocada que foi, finalmente, a Greve Geral Nacional para o próximo dia 24 de Novembro, o PCTP/MRPP vem, antes de mais, apoiar decididamente essa convocatória, pela qual sempre se bateu, e apelar a todas as organizações sindicais, políticas, cívicas e sociais para que também a convoquem, apoiem, organizem, e a levem a cabo com a maior amplitude, dedicação, firmeza e entusiasmo.

Esta greve geral nacional é, antes de mais, uma consequência, e uma consequência histórica, do movimento operário e popular, contra todos os que entendiam que ela era prejudicial para os interesses dos trabalhadores portugueses e que estes se deveriam antes deixar subjugar e asfixiar.

O PCTP/MRPP, que desde sempre se tem batido pela urgência desta greve geral nacional, vê com grande satisfação que finalmente as organizações sindicais dos trabalhadores hajam compreendido que, para a consequência e para o êxito desta forma de luta, é absolutamente fundamental não apenas o seu carácter nacional, mas também que seja levada a cabo com uma forte e determinada organização e com ocupação dos locais de trabalho.

O PCTP/MRPP conclama assim todos os operários, todos os trabalhadores de todos os sectores de actividade, públicos e privados, todos os desempregados, todos os jovens, todos os idosos, todos os estudantes e professores, todos os intelectuais progressistas a apoiarem e, mais do que isso, a participarem activa e entusiasticamente, e num espírito de grande unidade, na Greve Geral Nacional de 24 de Novembro.

Esta Greve Geral Nacional não pode ser nem equívoca nem fraca, antes deve ser clara e deve ter, sem tibiezas nem hesitações, o objectivo de derrubar o Governo e de derrubar o sistema que, em cada dia que passa, está a aterrorizar o Povo Português com medidas inteiramente fascistas e terroristas.

Na verdade, na situação actual, o pior que se pode fazer é ter medo, é baixar os braços, é esquecer que, se tivermos uma linha de combate justa e objectivos correctos, temos força para derrubar um governo e um sistema que estão a levar os trabalhadores e o País para uma situação pior que a dos piores tempos da governação salazarista.

É preciso assim dizer com toda a clareza que as medidas governamentais terroristas não passarão, que o governo e o sistema de exploração e opressão sobre quem trabalha devem ser derrubados e que o Povo vencerá!

A Greve Geral Nacional de 24 de Novembro deve também ser firme e minuciosamente preparada em todos os sectores (da Administração Pública ao Privado, da Indústria e Serviços à Agricultura, dos portos e aeroportos aos transportes e comunicações) e em todos os locais de trabalho, com ocupação e permanência nos mesmos por todo o período de greve e com a prévia organização dos piquetes de greve, dos locais de concentração e das diversas acções a desenvolver. Para que possa ser, e seja efectivamente, uma grande e memorável jornada de luta, cheia de entusiasmo, de generosidade, de capacidade de lutar por um País e por um Mundo melhores, sem exploradores nem opressores!

Para que faça gelar o riso dos palhaços que todos os dias nos roubam os salários e as pensões e expropriam o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos.

E para que crie condições para novas e decisivas batalhas numa guerra que o Povo Português seguramente vencerá!

Viva a Greve Geral Nacional de 24 de Novembro!

Contra o medo e contra as medidas terroristas do governo e da tróica!

Não pagamos!

Pelo derrube do governo e do sistema que nos explora e oprime!

Por um Governo de Esquerda, Democrático Patriótico!

O Povo vencerá!

Lisboa, 7 de Novembro de 2011

O Comité Central do PCTP/MRPP


domingo, 30 de outubro de 2011

Sobre a convocatória da greve geral de 24 de Novembro.


SOBRE A CONVOCATÓRIA DA GREVE GERAL DE 24/NOV
O PCTP/MRPP CONCLAMA OS TRABALHADORES E TODOS OS SECTORES
OPRIMIDOS PELA POLÍTICA DO GOVERNO DA TRÓICA A FAZEREM DA GREVE GERAL DE 24 DENOVEMBRO UMA PRIMEIRA ETAPA VITORIOSA DA LUTA PELO SEU DERRUBAMENTO

Como é sabido, o PCTP/MRPP desde sempre tem pugnado pela convocatória e realização
de uma e mais greves gerais nacionais para pôr cobro às sucessivas declarações
de guerra, primeiro de Sócrates – em boa hora chutado do poder – e, agora, de
um governo de lacaios menores.
Essa proposta de forma de luta foi-se impondo às centrais sindicais por um crescente
movimento de massas contra a politica provocatória e fascista deste governo de
traição, tendo acabado por ser marcada a próxima greve geral nacional para o
próximo dia 24 de Novembro de 2011.
Ao mesmo tempo que se congratula com esta decisão, o nosso Partido chama desde já
a atenção para a necessidade de não se repetirem desta vez os erros que levaram
ao fracasso da greve anterior.
Trata-se de uma greve vital para os destinos de quem trabalha – só uma greve geral
nacional preparada a sério e objecto de uma mobilização ampla e abrangente,
envolvendo os operários, trabalhadores do sector público que paralisem os
transportes, e o aparelho do Estado, trabalhadores do campo, estudantes,
reformados, uma greve com concentrações nos locais de trabalho e manifestações
de rua, só assim ela poderá constituir uma nova etapa no prosseguimento da luta
– que passará por novas greves gerais - para derrubar um governo de moleques
que não olha a meios para lançar os trabalhadores na miséria para enriquecer os
bancos e os grandes capitalistas.
Ta como declarámos há um ano, aquando do anúncio da greve geral anterior, os trabalhadores estão confrontados com um desafio muito sério e decisivo – ou se erguem e lutam tenazmente contra esta feroz ofensiva dos capitalistas e do seu governo, ou
arriscam-se a ser espezinhados e vítimas de um inaudito cortejo de miséria e
sofrimento.À classe operária e ao povo trabalhador português, lutar é cada vez mais a
única coisa que lhes resta (Nota à imprensa de 8/10/2010).
Lisboa,
20/10/2011