domingo, 23 de fevereiro de 2014

Por um governo democrático e patriótico .

Leopoldo Mesquita:
Sair do euro, Por um Governo Democrático e Patriótico.
O euro é o marco  Alemão.
Sair  do euro imperativo económico , político e social.
Repúdio da Dívida Pública.
Reposição de uma Moeda Própria, o escudo.
REPOR OS DIREITOS  sonegados  aos Trabalhadores e ao Povo.



sábado, 15 de fevereiro de 2014

Sair do euro, derrotar o governo de Passos/Portas !

“Nas eleições de Maio para o Parlamento Europeu, a candidatura do PCTP/MRPP apresenta como ponto programático principal a saída de Portugal do euro. Nenhum objectivo de desenvolvimento económico e social pode ser alcançado enquanto o país estiver subjugado pela moeda única europeia e pelos mecanismos de controlo económico e político que lhe estão associados. (…)

A permanência de Portugal no euro é sinónima de uma austeridade sem fim e de um regresso acelerado aos piores tempos do regime fascista de Salazar. Sair do euro é pois um imperativo económico, social e patriótico, devendo tal imperativo merecer um apoio inequívoco dos operários, dos demais trabalhadores e do povo em geral. Tal apoio é tanto mais necessário quanto a saída do euro exige a formação de um governo democrático patriótico suportado por uma forte maioria da população e terá de ser acompanhada por um repúdio firme da dívida pública e pela nacionalização do sistema bancário.”

Leopoldo Mesquita
Cabeça-de-lista do PCTP/MRPP ao Parlamento Europeu


domingo, 29 de dezembro de 2013

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Autárquicas 2013 - Guarda - Agenda

A não perder !

20H00 - Reportagem na SIC, com Eduardo Espírito Santo, candidato à Presidência da C.M. da Guarda.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Autárquicas 2013


O PCTP/MRPP concorre a cerca de setenta órgãos autárquicos. Ver aqui ! Nas Beiras destacamos a Candidatura à Câmara Municipal da Guarda, encabeçada por Eduardo Espírito Santo, professor aposentado, tal como se afirma no manifesto de candidatura, os candidatos do PCTP/MRPP pretendem :
 
" ROMPER COM A FATALIDADE DA CRISE E OS SEUS RESPONSÁVEIS e lutar
   PELO PROGRESSO DA GUARDA NUM PORTUGAL LIBERTADO."
 
Consideram que : 

Hoje, a Guarda é uma cidade (e um concelho) em profunda decadência, sem indústria, sem agricultura e, a prazo, sem serviços; minada pelo desemprego e pela perda drástica do poder de compra dos seus habitantes; sangrada da sua população mais jovem e impossibilitada de atender com um mínimo de humanidade às necessidades da sua população mais carenciada; com um património gravemente ameaçado ou em degradação acelerada; e, por cima de tudo isto, completamente sequestrada na sua autonomia financeira e na sua capacidade de responder à crise e tirar partido das fortes potencialidades de que dispõe.
Não é só a uma má governação autárquica que se devem os graves problemas que a Guarda atravessa. A governação nacional, a cargo de governos do PS, do PSD e do CDS, tem sido profundamente negativa para o desenvolvimento e até para a sobrevivência da Guarda e da sua região. O actual governo de Passos Coelho e Paulo Portas agravou de uma forma inaudita as políticas antipopulares que os anteriores governos tinham praticado.
A promoção deliberada e programada do desemprego, os roubos continuados dos salários e das reformas e o aumento brutal dos impostos que o actual governo tem levado a cabo, são um garrote implacável que arruína a economia local da Guarda.
Os cortes cegos e sistemáticos nos serviços públicos da saúde, da educação e da segurança social que o governo continua a praticar, representam mais um golpe fatal nas condições de vida da população trabalhadora da nossa região.
As portagens nas auto-estradas e a completa ausência de investimento público nos projectos estruturantes de que a Guarda necessita, são um factor terrível de degradação e desertificação que a Guarda de forma alguma pode suportar.
A remissão da cultura, do desporto e do lazer para a categoria de actividades supérfluas que os poderes públicos não devem apoiar e a que a maioria da população não tem o direito de aceder, constitui o derradeiro atentado do governo PSD/CDS para eliminar todas as condições de uma existência minimamente digna e civilizada.
Perante todos estes ataques e malfeitorias do governo central, que tanto afectam e prejudicam a Guarda e os seus habitantes, a Câmara Municipal não pode continuar a adoptar a atitude complacente e cúmplice que tem revelado até aqui.
A Câmara Municipal da Guarda tem de ser, na actual conjuntura, um exemplo na denúncia e na resistência contra um governo ilegítimo e antipatriótico que está a destruir por completo a nossa cidade e a nossa região.
A Câmara Municipal da Guarda tem a estrita obrigação, ética e política, de apoiar todas as iniciativas de luta que os trabalhadores dos diversos sectores de actividade, os movimentos cívicos, os empresários que estão a ser levados à ruína e a população em geral desenvolvem contra as medidas terroristas e antipopulares do governo Coelho/Portas.
 

terça-feira, 25 de junho de 2013

Viva a Greve Geral !

 
 

O Comité Central do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) conclama a classe operária e os trabalhadores a participar activa e militantemente na greve geral nacional convocada para o próximo dia 27 de Junho pelas duas centrais sindicais e por um conjunto de sindicatos que não integram estas centrais.
A greve geral de 27 de Junho tem por objectivo principal e inequívoco o derrube do governo fascista de traição nacional Coelho/Portas, primeiro passo para a constituição de um governo democrático patriótico, de aliança dos operários com os trabalhadores do campo e dos serviços, com os pequenos e médios proprietários arruinados pela crise e com todos os sectores do povo português que lutam pela democracia e pela independência nacional.
A greve geral de 27 de Junho deve ser cumprida com ocupação firme e permanente dos locais de trabalho. Os trabalhadores em greve devem organizar-se ferreamente e rechaçar qualquer tentativa dos patrões e das polícias para impedir que essa ocupação dos locais de trabalho se concretize e se mantenha.
A greve geral de 27 de Junho tem de ter a participação massiva dos operários e trabalhadores e deve ser apoiada sem reservas por todos os sectores democráticos e patrióticos do povo português. Os partidos, as organizações sindicais, as comissões de trabalhadores, as organizações e movimentos sociais e cívicos que combatem o governo e a tróica devem empenhar-se até ao limite das suas capacidades para garantir o êxito da greve geral.
VIVA A GREVE GERAL NACIONAL!
LUTAR POR TODOS OS MEIOS ATÉ AO DERRUBE DO GOVERNO DE TRAIÇÃO NACIONAL  PSD/CDS!

POR UM GOVERNO DEMOCRÁTICO PATRIÓTICO!