domingo, 1 de julho de 2012

Ministro da economia vaiado na Covilhã.


Covilhã: Ao vaiar o Álvaro o povo exercita o derrube do governo de traição!

O salta-pocinhas Álvaro Santos Pereira foi convidado pelos mais dignos representantes da burguesia  serrana a visitar o Parque da Ciência e Tecnologia da Covilhã. A contrastar com a calorosa recepção que o trauliteiro presidente da Câmara Municipal do PSD e seus pares lhe prestaram, o sempre sorridente ministro da economia do governo de traição PSD/CDS, desta feita ia perdendo de vez aquele sorriso imbecilóide que o caracteriza, face a uma combativa e organizada manifestação de repúdio pela sua presença e pelos interesses que representa, por parte de alguns sindicalistas e trabalhadores que têm vindo a ser lançados no desemprego e na precariedade, como foi o recente caso do “call center” da Segurança Social, em Castelo Branco.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Delfhi em luta




 O empobrecimento do país e da Beiras continua. A Delphi, maior empregador do Distrito de Castelo Branco prepara-se para despedir mais trezentos (300) trabalhadores. Estes devem organizar-se para resistir a mais esta afronta. Mas, para que a sua luta saia vitoriosa ela deve inserir-se num movimento mais vasto de solidariedade e luta que rejeite e combata frontalmente as medidas fascistas do novo Código de Trabalho e todas as formas de roubo do trabalho e do salário, significa recusar o pagamento de uma dívida pública que não foi o povo que contraiu nem foi contraída em seu benefício. Conseguir a vitória na luta por esses objectivos significa impor o derrubamento do governo de traição nacional PSD/CDS, a expulsão da tróica e a criação de condições para a formação de um governo democrático patriótico. Nas bases programáticas de um tal governo deverão inscrever-se o repúdio da dívida pública, a nacionalização da banca e das principais empresas produtivas, a revogação do Código de Trabalho, a eliminação do desemprego e a promoção do desenvolvimento económico do país, com a defesa intransigente dos direitos económicos e sociais dos trabalhadores, contra o imperialismo, o grande capital e os seus serventuários.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

António Borges, o mercenário.

Mercenário ao serviço do grande capital.

António Borges é um daqueles mercenários que tem prosseguido, ao longo dos anos, uma tão consistente quão coerente actividade ao serviço da burguesia, dos grandes grupos económicos, financeiros e bancários e da tróica germano-imperialista, cujos interesses tem, com canino denodo, servido.
Arauto, quando o PSD ainda se encontrava na oposição ao PS de Sócrates, das reformas estruturais, este homem de mão da Goldman Sachs e do FMI, nunca escondeu que, passada a fase da estratégia imposta pelo imperialismo germânico da destruição do tecido produtivo dos países considerados elos mais fracos do sistema capitalista na Europa – entre os quais Portugal -, consolidado o euro como marco travestido, importava, agora, passar para um novo patamar. O patamar do roubo dos salários e do trabalho.
Já que a destruição do tecido produtivo em Portugal e noutros países europeus, levou a uma cada vez maior dependência e endividamento destes em relação aos países mais industrializados, com a Alemanha à cabeça, já que o euro estava a fazer o seu caminho de assegurar a estabilidade necessária à prossecução dos interesses da superavitária economia germânica nesta luta entre as potências imperialistas para abocanhar a maior fatia do bolo da exploração dos povos e nações do mundo, é chegada a altura de passar a outra reforma essencial para que a acumulação capitalista, a nível europeu, conheça graus de concentração e competitividade ainda maiores.
Esse patamar, esse objectivo, cada vez mais claro, é o da redução dos salários, isto é, o roubo dos salários e do trabalho que permita às nações mais desenvolvidas da Europa disporem da facilidade de encontrar bolsas de trabalho barato, não qualificado e intensivo, já não nos longínquos territórios do oriente, mas, mesmo aqui…à mão de semear!
E é isto que António Borges defende, seguindo, aliás, o exemplo da campanha que o seu amigo Durão Barroso encabeça com este mesmo objectivo em mente. Eles, como nós, sabem perfeitamente que os trabalhadores portugueses já auferem os salários e têm direito às prestações sociais mais baixos de toda a Europa. António Borges e Durão Barroso têm consciência de que esta visão taylorista que querem impor, baseada no trabalho intensivo, pouco ou nada qualificado e baratinho, só levará os trabalhadores a uma profunda miséria, precariedade e desemprego e o país a uma acentuada perda da sua independência económica e política.
Mas que lhes importa isso? Para estes mercenários, para estes traidores encartados, o que importa é que a chantagem da dívida funcione e que os dividendos, traduzidos no roubo dos salários e do trabalho, se concretizem e aprofundem.
À classe operária, aos trabalhadores e a todas as camadas populares, de esquerda, nada mais resta do que derrubar este governo de traição e todo aqueles que, como ele, mais não tem sido do que serventuários dos interesses da tróica germano-imperialista.

sábado, 5 de maio de 2012

Luta Popular on-line

LUTA POPULAR com nova vida e novo endereço
Lê, participa e divulga !

segunda-feira, 30 de abril de 2012

A Não Perder !

A Não Perder !
Vê, ouve e divulga .

sábado, 28 de abril de 2012

Viva o 1º De Maio Vermelho !


O 1º DE MAIO É DIA DE LUTA
PELO DERRUBAMENTO
DO GOVERNO PSD/CDS!
Os operários e os trabalhadores portugueses celebram o 1º de Maio num momento em que a sua luta contra o regime capitalista e os seus serventuários se encontra numa importante encruzilhada: ou avança decididamente para o objectivo central de derrubamento do governo Coelho/Portas e de constituição de um novo governo democrático patriótico, ou deixará entregues as massas trabalhadoras, de mãos e pés atados, à mais sórdida exploração e à mais negra das misérias.
         As condições são hoje favoráveis à instauração de uma alternativa de esquerda ao governo de traição nacional PSD/CDS, com a consequente expulsão do país da tróica germano-imperialista. Uma forte disposição de lutar por parte do movimento operário e popular ficou inequivocamente materializada em duas greves gerais vitoriosas e em combates prolongados em importantes empresas e sectores profissionais. Nestasiniciativas de luta, alguns objectivos cruciais foram já alcançados.Contam-se entre esses objectivos o completo isolamento do governo Coelho/Portas como um mero comité de negócios do grande capital e do imperialismo, o desmascaramento do traidor João Proença e da direcção nacional da UGT, como instrumentos de traição do movimento sindical e das greves operárias, e o consequente esboroar da maioria política com que o patronato e o governo contavam, baseado no apoio do PS e da UGT.
         Um gigantesco trabalho de mobilização e de organização, na luta e para a luta, é a tarefa imediata dos operários e dos trabalhadores mais avançados e conscientes, com os comunistas à cabeça. Nesta frente do trabalho político, impõe-se combater e isolar com firmeza o oportunismo e as hesitações dominantes na Intersindical e na maioria das direcções sindicais e outras estruturas dos trabalhadores.

Nas greves gerais e sectoriais a desenvolver, bem como noutras formas de luta do movimento operário e popular, há que lograr unir os objectivos imediatos - contra as novas leis laborais, contra o roubo dos salários e do trabalho, contra o desemprego e a miséria – ao objectivo político central do derrubamento do governo de traição PSD/CDS e da sua substituição por um governo democrático patriótico que reagrupe todas as forças democráticas, saído de eleições e com um programa de combate à crise que sirva os interesses do povo trabalhador.

         Pontos centrais do programa de um novo governo democrático patriótico deverão ser o repúdio do pagamento da dívida, a nacionalização da banca e das principais empresas produtivas, a revogação da legislação laboral recentemente aprovada no parlamento, e a promoção do desenvolvimento económico do país, como forma de combate imediato ao desemprego e de defesa dos direitos económicos e sociais dos trabalhadores.

         Com ousadia, determinação e firmeza, a classe operária e os trabalhadores portugueses saberão ultrapassar os obstáculos, vencer os seus inimigos e atingir os objectivos do seu combate político revolucionário.




VIVA O 1º DE MAIO!

MORTE AO GOVERNO PSD/CDS!

MORTE À TRÓICA GERMANO-IMPERIALISTA!

VIVA O GOVERNO DEMOCRÁTICO PATRIÓTICO!

VIVA O SOCIALISMO! VIVA O COMUNISMO!


SESSÃO PÚBLICA

15H - Auditório do Hotel Roma – Lisboa

                              

O Comité Central do  PCTP/MRPP