quarta-feira, 4 de maio de 2011

Mistificações - Nota à comunicação social

UM GOVERNO DE GESTÃO NÃO PODE NEGOCIAR OU FIRMAR ACORDOS COM O FMI, QUE PARA ALÉM DE SEREM UMA TRAIÇÃO, SÃO ASSUNTO SOBRE O QUAL SÓ OS PORTUGUESES PODEM PRONUNCIAR-SE NO PRÓXIMO 5 DE JUNHO

1. A intervenção do primeiro-ministro que pretensamente se destinava a informar das cedências do governo aos ditames do FMI e da UE, traduziu-se em mais uma manobra própria de um pantomineiro inqualificável.

2. Na verdade, Sócrates, escamoteando a gravidade das medidas que o PS e PSD haviam já tomado contra os trabalhadores, veio triunfalmente anunciar o que não vai haver – como se os cortes salariais e das prestações sociais não fossem nada -, ocultando o que acabou de caninamente engolir o que lhe foi ditado pela troika.

3. E referindo-se ao facto de não serem de momento roubados os subsídios de férias e de Natal, Sócrates fê-lo como se isso fosse uma grande vitória pela qual o povo trabalhador lhe deveria estar eternamente agradecido.

4. Mas, por outro lado, veio com toda a desfaçatez aceitar a imposição pelo FMI das medidas de austeridade do PEC IV, designadamente o aumento do IVA, que tinham sido rejeitadas pelo Parlamento e repudiadas na rua, alargando, desde já, os cortes dos rendimentos às pensões dos reformados.

5. Sócrates diz que a Caixa não vai ser privatizada, mas não fala das outras privatizações que se prepara para fazer, como é o caso infame da TAP.

6. Sócrates diz que não serão admitidos despedimentos sem justa causa, mas esconde o que se prepara para fazer em matéria de alargamento das causas para facilitar desses despedimentos, para já não falar no agravamento da precariedade.

7. O que o primeiro-ministro pretendeu, afinal, com esta intervenção foi mais uma vez tentar quebrar a revolta do povo trabalhador e dos milhares de desempregados e vítimas da politica de fome e miséria já em curso e a aprofundar – nas palavras do próprio Sócrates - pelo FMI, escondendo o reforço da política de austeridade que de forma antipatriótica permite que seja imposta ao país, impedindo o povo português de se pronunciar livremente pelo voto nas próximas eleições.

8. É mais do que nunca imperioso correr com o FMI de Portugal e mostrar que existe uma alternativa a esta politica de fome e miséria com a formação de um governo democrático e patriótico.

Lisboa, 3 de Maio de 2011

A Comissão de Imprensa da candidatura nacional do PCTP/MRPP

Mineiros em luta.

Os trabalhadores das minas da Panasqueira estão em greve parcial (duas hora no inicio de cada turno), contra o agravamento dos horários de trabalho.

Não aos horários de exploração !

A candidatura do PCTP/MRPP pelo distrito de castelo Branco expressa a sua solidariedade a estes trabalhadores e exorta-os a prosseguir na luta até alcançarem os objectivos.

domingo, 1 de maio de 2011

Viva o 1º de Maio Vermelho


Encontro Nacional de Candidatos
para discussão e aprovação do Manifesto Eleitoral Nacional
Auditório do Hotel Roma-Lisboa, 1.º de Maio às 15:00 horas

quarta-feira, 20 de abril de 2011

CONTRA A CENSURA - parte II





Lançada petição pública contra a farsa


Foi lançada uma petição contra a realização de debates discriminatórios que consiste em impedir que vozes contrárias à cedência dos ditames do FMI e da União Europeia se oiçam, impedindo assim mais uma vez, que haja um debate minimamente democrático.
Apelamos a todos os democratas e patriotas que devem rejeitar semelhante manobra fraudulenta e exigir que os debates eleitorais contem com a participação, em pé de igualdade, de todas as forças políticas concorrentes!

ASSINA A PETIÇÃO PÚBLICA (CLICA AQUI!)

Contra a Censura.

Desmascarar a farsa. Carta enviada à comissão nacional de eleições :

“Exmo. Senhor Presidente da Comissão Nacional de Eleições


Como é sabido, foi já publicado no Diário da República o decreto que marcou as eleições legislativas antecipadas para o próximo dia 5 de Junho de 2011.

Nos termos da legislação eleitoral em vigor, a partir deste momento devem ser observadas as disposições legais que consagram o tratamento igual e não discriminatório de todas as candidaturas que se apresentarem àquele sufrágio, isenção e igualdade de tratamento essas que obrigam todas as entidades públicas e privadas, em particular as empresas de comunicação social.

Por outro lado, cabe à Comissão Nacional de Eleições garantir a democraticidade das eleições, adoptando as medidas adequadas para fazer respeitar e cumprir aquelas obrigações.
Acontece que começaram já a surgir informações na imprensa, segundo as quais os vários canais televisivos, incluindo a RTP, se preparam para dar cobertura jornalística apenas aos partidos que até à dissolução da Assembleia da República dela faziam parte, dos quais são já sobejamente conhecidas as respectivas posições politicas.

O PCTP/MRPP, que irá concorrer por todos os círculos eleitorais, reclama desde já e antes que seja demasiado tarde, que essa Comissão tome urgentemente medidas para impedir que sejam silenciadas nestas eleições as correntes de opinião, como a do nosso Partido, que se candidatam em pé de igualdade com qualquer outro partido ou coligação.
Importa, pois, que a CNE obste a que sejam realizados debates apenas entre as forças políticas que têm estado representadas no Parlamento, sob pena de ficar mais uma vez comprometida a democraticidade destas eleições, num momento em que se impõe mais do que nunca que o povo português seja confrontado com todas as alternativas e programas face à crise económica e determinar, assim, o sentido da sua escolha.
Lisboa, 17 de Abril de 2011


A Candidatura Nacional do PCTP/MRPP”

sábado, 16 de abril de 2011

Garcia Pereira na antena 1.


«Este Sábado», programa da Antena1 convidou o camarada Garcia Pereira, como advogado e professor universitário, especialista em Direito do Trabalho, para uma entrevista, hoje, sábado. A entrevista foi conduzida pela jornalista Rosário Lira. Vê e ouve esta entrevista de grande importância (CLICA AQUI !)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Desertificação - isolamento do interior.

Protesto na Covilhã juntou o maior número de entidades de sempre.

Um protesto contra a introdução de portagens nas auto-estradas do interior do país reuniu na Covilhã o maior número de entidades que já se uniram na contestação à medida.